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Historias Para Dormir Gente Grande

Douglas Diniz

Histórias Para Ninar Gente Grande

Me conhecer é fácil!
Eu sou a estação primeira
É difícil me esquecer
Eu sou a Mangueira!

Ouviram
Dos tupiniquins que já, haviam descoberto um país
E os visitantes saquearam como nunca
Para conquistarem como sempre assim
Os heróis de tangas curtas, sem estátuas não tiveram sua vez
Em bravas perdidas lutas mitos não viraram heróis
Ecoam os gritos dos tamoios
Que bravamente Cunhambebe liderou
Protegendo as missões, voaram setas de Sepé tiaraju
Em narrativas mangueirense roliudianas
Vai cavalgando o cowboy cangaceiro

Neste show em verde rosa, em Parintins
O bumba meu boi é garantido
No caprichoso o meu boi é boi bumbá

Exponho as verdades da negritude
Que a quituteira negra, Mahin, o seu povo alforriou
Revendo a fama da lei da doação
Da princesa que lançou o povo negro ao léu
E combatendo o tráfico negreiro
O pau não vai bater em chico
Pois em fortaleza o embarque já acabou
Salvem as 3 raças da lenda do saci, de pindorama
Seguindo por paisagens mineiras
Vemos lindas artes não aleijadas em obras esculturais
E no fim com ou sem golpe
Amada gente adormecida, valia o que se ensinou
Refrão muito prazer

Historias Para Dormir Gente Grande

Conocerme es fácil!
Soy la primera estación
Difícil de olvidar
¡Soy la Mangueira!

Escucharon
De los tupiniquins que ya habían descubierto un país
Y los visitantes saquearon como nunca
Para conquistar como siempre así
Los héroes de tangas cortas, sin estatuas no tuvieron su oportunidad
En valientes luchas perdidas, los mitos no se convirtieron en héroes
Resuenan los gritos de los tamoios
Que valientemente lideró Cunhambebe
Protegiendo las misiones, volaron flechas de Sepé Tiaraju
En narrativas mangueirenses hollywoodenses
Cabalgando el vaquero cangaceiro

En este espectáculo en verde y rosa, en Parintins
El bumba meu boi está garantizado
En el caprichoso, mi boi es boi bumbá

Expongo las verdades de la negritud
Que la cocinera negra, Mahin, liberó a su pueblo
Revisando la fama de la ley de la donación
De la princesa que dejó al pueblo negro a la deriva
Y combatiendo el tráfico de esclavos
El palo no golpeará a Chico
Porque en Fortaleza el embarque ya terminó
Salven las 3 razas de la leyenda del saci, de Pindorama
Siguiendo por paisajes mineros
Vemos bellas artes no cojas en obras esculturales
Y al final con o sin golpe
Amada gente dormida, valió lo que se enseñó
Estribillo mucho gusto

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