Meu Ciúme
Vou falar-te com franqueza
Eu já tenho a certeza
Não queres mais nem saber
Sei bem que fui a culpada
Eu não soube ser amada
Eu não soube te prender
Com ciúmes tão mesquinhos
Transformei o nosso ninho
Num inferno, eu bem sei
Ouvindo a minha defesa
Tu ficarás com certeza
Por te amar foi que eu errei
Sem teu amor nesta vida
Sou uma barca perdida
Não me abandones, tem dó
Se eu contigo brigava
Tudo porque receiava
Que me deixasses tão só
Perdoa a quem te adora
Mas, por favor, não vá embora
Pois eu não resistiria
Esquecerei meu ciúme
Não ouvirás meus queixumes
Quando vens da boêmia
Sem teu amor nesta vida
Sou uma barca perdida
Não me abandones, tem dó
Se eu contigo brigava
Tudo porque receiava
Que me deixasses tão só
Perdoa a quem te adora
Mas, por favor, não vá embora
Pois eu não resistiria
Esquecerei meu ciúme
Não ouvirás meus queixumes
Quando vens da boêmia
Mi Celos
Voy a hablarte con sinceridad
Ya tengo la certeza
No quieres saber más
Sé bien que fui la culpable
No supe ser amada
No supe retenerte
Con celos tan mezquinos
Convertí nuestro nido
En un infierno, lo sé bien
Escuchando mi defensa
Seguramente te quedarás
Por amarte fue que fallé
Sin tu amor en esta vida
Soy una barca perdida
No me abandones, ten piedad
Si contigo peleaba
Todo porque temía
Que me dejaras tan sola
Perdona a quien te adora
Pero, por favor, no te vayas
Porque no resistiría
Olvidaré mi celos
No escucharás mis quejas
Cuando vienes de la bohemia
Sin tu amor en esta vida
Soy una barca perdida
No me abandones, ten piedad
Si contigo peleaba
Todo porque temía
Que me dejaras tan sola
Perdona a quien te adora
Pero, por favor, no te vayas
Porque no resistiría
Olvidaré mi celos
No escucharás mis quejas
Cuando vienes de la bohemia
Escrita por: Francisco Lacerda / José Pintor