Xótis do Tintureiro
Segunda feira,
Logo de manhã cedinho,
Vai lá em casa um baixinho,
E eu corro pra atender.
Eu abro a porta,
E ele todo prazenteiro,
Num sorriso vai dizendo,
(garantido nô)
Tintirero.
Segunda feira,
Logo de manhã cedinho,
Vai lá em casa um baixinho,
E eu corro pra atender.
Eu abro a porta,
E ele todo prazenteiro,
Num sorriso vai dizendo,
(garantido nô)
Tintirero.
Tem roupa, pá ravá ?
Não, não sinhor,
Tem carça, pá paçá ?
Não, não sinhor,
Camisa pá engomá ?
Não, não sinhor,
Tem mancha, pá tirá ?
Não, não sinhor.
Ele então logo agradece,
E seu caminho continua a seguir,
Eu então fico a pensar,
O que vou mandar lavar ?
Se não tenho o que vestir.
Ele então logo agradece,
E seu caminho continua a seguir,
Eu então fico a pensar,
O que vou mandar lavar ?
Se não tenho o que vestir.
El tintorero
Lunes,
Temprano por la mañana,
Viene a mi casa un hombre bajito,
Y corro a atender.
Abro la puerta,
Y él, todo sonriente,
Con una sonrisa dice,
(garantizado)
Tintorero.
Lunes,
Temprano por la mañana,
Viene a mi casa un hombre bajito,
Y corro a atender.
Abro la puerta,
Y él, todo sonriente,
Con una sonrisa dice,
(garantizado)
Tintorero.
¿Tienes ropa para lavar?
No, señor,
¿Pantalones para planchar?
No, señor,
¿Camisa para almidonar?
No, señor,
¿Manchas para quitar?
No, señor.
Entonces él agradece,
Y sigue su camino,
Y yo me quedo pensando,
¿Qué mandaré a lavar?
Si no tengo qué vestir.
Entonces él agradece,
Y sigue su camino,
Y yo me quedo pensando,
¿Qué mandaré a lavar?
Si no tengo qué vestir.