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Mil Razones

Duque de AraKe

Mil Motivos

Os cães ladram, mas a caravana passa
Ao redor da cidade toda essa fumaça, pra que compor
Uma canção de amor.
Se eu posso falar bem melhor da minha dor de se incompleto,
Ter prazer e ser tão feroz.
Da varanda já é noite e o que se passa ?
-as pessoas se destroem pra se divertir...
Não tenho mais nenhum dos mil motivos que eu tinha pra sorrir,
Até você que me ajudou com meus castelos de areia,
Você que pôs em mim toda essa teia,
Me disse que as nuvens não eram de algodão.
Os carros passam, e tudo é tão impessoal,
Tudo é tão sem cor e sem mistérios.
Todo dia que se passa, toda hora que se atrasa,
Cada minuto faz ruir o que eu ainda tenho.
Nada é tão convencional,
E eu nunca estive em promoção,
Por que tudo era azul e ficou tão cinza ?
Não tenho mais nenhum dos mil motivos que eu tinha para sorrir.
Eu queria tanto te mostrar os meus castelos de areia, te envolver toda em minha teia,
E passear com você no meu jardim do Édem.

Mil Razones

Los perros ladran, pero la caravana pasa
Alrededor de la ciudad, todo este humo, ¿para qué componer
Una canción de amor?
Si puedo hablar mucho mejor de mi dolor de sentirme incompleto,
De tener placer y ser tan feroz.
Desde el balcón ya es de noche, ¿qué está pasando?
-Las personas se destruyen para divertirse...
Ya no tengo ninguno de los mil motivos que tenía para sonreír,
Incluso tú, que me ayudaste con mis castillos de arena,
Tú que pusiste en mí toda esta red,
Me dijiste que las nubes no eran de algodón.
Los autos pasan, y todo es tan impersonal,
Todo es tan sin color y sin misterios.
Cada día que pasa, cada hora que se retrasa,
Cada minuto hace desmoronar lo que aún tengo.
Nada es tan convencional,
Y nunca estuve en oferta,
¿Por qué todo era azul y se volvió tan gris?
Ya no tengo ninguno de los mil motivos que tenía para sonreír.
Quería tanto mostrarte mis castillos de arena, envolverte en toda mi red,
Y pasear contigo en mi jardín del Edén.

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