Violando As Regras
Não deixa eles falarem que você não pode
Que você não pode e quem são eles
Pra inventar as regras quem são eles
Pra ditarem as regras estou aqui pra violar suas regras
E viver sem limites pra sonhar
Ei sou madeirite sou rua sou vielas escuras
Já passei com o corte da luz e ficar só com o brilho da Lua sei bem
Sei bem o que vivo e o que vivi
Onde a lona preta da invasão não segurava o frio
Em meados de 90 favela do Haiti
Vila são José Brazlândia city
Faz parte da minha história faz parte do meu show
Pela resistência não quero medalha
Foi aprendizado os pregos nas sandalhas
Os carrinhos feito de lata soya
Referência de fé avó Josefá ajoelhada
Em meio ao caos clamando gritando glória glória
Sei que Deus estava ali
Ah como senti
Sempre esteve ali
Operando seus milagres operando seus milagres
Sua a presença nunca nos deixou sozinho
E pra provar que essa fita é outra
Sou negro drama mais também sou vida louca
Sem dramatizar essa história
Sigo nessa pegada um sonhador um homem na estrada
Não deixa eles falarem que você não pode
Que você não pode e quem são eles
Pra inventar as regras quem são eles
Pra ditarem as regras estou aqui pra violar suas regras
E viver sem limites a e só tava pra sonhar
Ambicioso ou visionário de olho pra não cair no conto do vigário
Já tenho a meta da media que eu quero de salário
Ouro e prata pra viver
Pra viver de correntão e Mercedes
No role piscina e champanhe rose
Favela também merece lareira e um bom vinho Malbec
Vim pra te falar dos meus sonhos nego
Se eu te falar dos pesadelos se nem dorme moro
Vim pra
E contrariar esse sistema louco
Louco que nos dar migalhas
E que nós vê na lama igual um porco
E foi a sim desde sempre
Ele quer nos ver preso em correntes alienado a nossa mente
Cego, mudo e surdo se matando entre si esse é o jogo sujo
Vou mais além mostrar
Que eu venci o meu Vietnã e cada um tem seu Vietnã
Achar que é loucura pra não dizer que não falei das ruas
Violando las Reglas
No dejes que hablen que no puedes
Que no puedes y quiénes son ellos
Para inventar las reglas quiénes son ellos
Para dictar las reglas estoy aquí para violar tus reglas
Y vivir sin límites para soñar
Ey, soy de madera, soy calle, soy callejones oscuros
Ya pasé con el corte de la luz y quedarme solo con el brillo de la Luna, sé bien
Sé bien lo que vivo y lo que viví
Donde la lona negra de la invasión no detenía el frío
A mediados de los 90, favela de Haití
Villa San José, Brazlândia city
Es parte de mi historia, es parte de mi show
Por la resistencia no quiero medalla
Fue aprendizaje los clavos en las sandalias
Los carritos hechos de lata soya
Referencia de fe, abuela Josefá arrodillada
En medio del caos clamando, gritando gloria, gloria
Sé que Dios estaba allí
Ah, cómo lo sentí
Siempre estuvo allí
Operando sus milagros, operando sus milagros
Su presencia nunca nos dejó solos
Y para probar que esta cinta es otra
Soy negro drama pero también soy vida loca
Sin dramatizar esta historia
Sigo en esta onda, un soñador, un hombre en la carretera
No dejes que hablen que no puedes
Que no puedes y quiénes son ellos
Para inventar las reglas quiénes son ellos
Para dictar las reglas estoy aquí para violar tus reglas
Y vivir sin límites, ah, solo estaba para soñar
Ambicioso o visionario, con ojo para no caer en el cuento del vigario
Ya tengo la meta del salario que quiero
Oro y plata para vivir
Para vivir de cadenas y Mercedes
En el rollo, piscina y champán rosado
La favela también merece chimenea y un buen vino Malbec
Vine a hablarte de mis sueños, negro
Si te hablo de pesadillas y ni siquiera duermes, vivo
Vine para
Y contradecir este sistema loco
Loco que nos da migajas
Y que nos ve en el barro como un cerdo
Y fue así desde siempre
Él quiere vernos presos en cadenas, alienados en nuestra mente
Ciegos, mudos y sordos matándonos entre nosotros, este es el juego sucio
Voy más allá para mostrar
Que vencí mi Vietnam y cada uno tiene su Vietnam
Pensar que es una locura para no decir que no hablé de las calles