395px

La Regla

Duzz

A Regra

Quebrando regras, fodam-se elas
Mc só é mc se nascer na favela
Então sou poser, sou rap moda
E eu to feliz se eu sentir que o meu rap é foda
Pouco conhecimento, entrei no barco agora
Faço por sentimento, quero voltar lá fora
Dentro do barco vejo guerrilheiros do ego
Criticando a visão alheia esses são cego
De espírito, escrevo amor em poesia
Não pra agradar a old school é pra viver em sintonia
Comigo mesmo, pra preencher o meu vazio
Quem me ouviu curtiu, quem não curtiu, valeu tio!
Se brown curtir meu som, eu vo escrever mais
Se ele não curtir, eu vou escrever mais
Respeito racionais, e os demais
Mas esse rap é parte de mim, dos ideais
Se eduardo me elogiasse, eu ficaria feliz
Se eduardo me criticasse, eu não faria diss
Cê não entendeu, cê se perdeu, tanto fez tanto faz
Mas eu, só faço o meu
Uma vez pela paz

Vejo hitlers e judeus, castelos com plebeus
Na religião do rap, eu escolhi ser ateu
Não acredito na coisa que esses padre prega
Não escuto esses pastores eu destruo a regra
Não decorei discos, não vivi riscos
Milhares de rabiscos infernizei o meu caderno
O papo é interno, e essa é minha meta
Se pra vocês não sou mc, ok, vou ser poeta
Sou branco desajeitado, sem gíria e sem gingado
Não curto baseado já fiz escola particular
Talvez no caminho errado, admito to apaixonado
Quero escrever o tempo inteiro não tem como evitar
Fiz um desabafo pra uma corda que me sufoca
Faço rap porque eu amo, não pra pagar de maloca
Como pode amar algo que não estuda
Eu costumo amar aquilo que chega na mais profunda
Área, da minha alma, estado de calma
Já ouvi que eu não servia mas também já ouvi palma
Só eu sei o que tem nesse meu coração
Da sensação de tá com um mic ligado na minha mão

Eu sou um pirralho pra quem se diz veterano
Vô continuar escrevendo, vô continuar escutando
Se eu ouvir, cê não nasceu pra isso, cê é moleque
Vo chegar na minha casa, pegar meu mic e apertar o rec
Vai sair uma track, pra suprir toda minha dor
Pra variar mais um som foda contando o meu amor
Mas se for ao contrário, licença eu meto a banca
Quero rap na globo, quero rap na casa branca
Quero rap em cada canto, e eu canto nossa potência
Visto manto, escrevo um tanto, é rap com consciência
Então sai da frente, falou meu nome eu to presente
Na listagem de quem vai pra guerra com a faca nos dente
Guerra de paz, guerra de trampo
Minha guerra é pra garantir meu lugar fora do banco
Cê eu ficar, aguento o tranco
Respiro fundo e aproveito quando eu for pro campo

Tenho só 19, cresci com uns esnobe
Classe média mas pra eles eu era o mais pobre
Meu sangue é nobre, e eu honro minha família
Cês fala que eu so boy mas não imagina essa trilha
Sinto orgulho do que minha família já fez por mim
Por isso vo lutar pra que se orgulhem no fim
Se é por din? Sim, eu não sou falso
Mas sem esquecer que eu fui feliz correndo descalço
Pelas rua, atrás de pipa, jardim brasil
Tô ligado quem regrediu, tô ligado quem progrediu
E quem só riu, cês vão morder a boca
To ostentando ideia, eles na vida loca
Playboy de atitude, não de dinheiro
Porque grana nunca definiu caráter parceiro
Conheço rico pilantra, conheço também sangue bom
Pobre que não respeita, e pobre com coração
O dinheiro só embeleza por fora, entende a lição
É tudo a mesma bosta, quando lacrar o caixão
Independente eu faço rap, de outono à outono
Pois o que eu escolhi pra mim irmão, não tem dono!

La Regla

Rompiendo reglas, que se jodan
Un MC solo es MC si nace en la favela
Así que soy un impostor, soy rap de moda
Y estoy feliz si siento que mi rap es genial
Poco conocimiento, acabo de subir al barco
Lo hago por sentimiento, quiero volver afuera
Dentro del barco veo guerrilleros del ego
Criticando la visión ajena, esos están ciegos
De espíritu, escribo amor en poesía
No para complacer a la vieja escuela, es para vivir en armonía
Conmigo mismo, para llenar mi vacío
Quien me escuchó le gustó, quien no, ¡gracias tío!
Si Brown le gusta mi música, escribiré más
Si no le gusta, escribiré más
Respeto a los Racionais, y a los demás
Pero este rap es parte de mí, de los ideales
Si Eduardo me elogiara, estaría feliz
Si Eduardo me criticara, no haría dis
No entendiste, te perdiste, tanto da
Pero yo, solo hago lo mío
Una vez por la paz

Veo a Hitler y a los judíos, castillos con plebeyos
En la religión del rap, elegí ser ateo
No creo en lo que esos curas predican
No escucho a esos pastores, destruyo la regla
No memoricé discos, no viví riesgos
Miles de garabatos infernalicé en mi cuaderno
La charla es interna, y esa es mi meta
Si para ustedes no soy MC, está bien, seré poeta
Soy blanco torpe, sin jerga ni ritmo
No me gusta fumar, fui a una escuela privada
Quizás en el camino equivocado, admito que estoy enamorado
Quiero escribir todo el tiempo, no puedo evitarlo
Hice una confesión para una cuerda que me sofoca
Hago rap porque amo, no para parecer malandro
¿Cómo puedes amar algo que no estudias?
Suelo amar lo que llega a lo más profundo
De mi alma, estado de calma
Me dijeron que no servía, pero también me aplaudieron
Solo yo sé lo que hay en mi corazón
La sensación de tener un micrófono en mi mano

Soy un mocoso para los que se dicen veteranos
Seguiré escribiendo, seguiré escuchando
Si escucho que no naciste para esto, eres un chico
Llegaré a mi casa, tomaré mi micrófono y grabaré
Saldrá una canción, para aliviar todo mi dolor
Para variar, otra canción genial contando mi amor
Pero si es al revés, permiso, me hago cargo
Quiero rap en la televisión, quiero rap en la Casa Blanca
Quiero rap en todas partes, y canto nuestra potencia
Visto mi manto, escribo mucho, es rap con conciencia
Así que aparta, si mencionas mi nombre, estoy presente
En la lista de los que van a la guerra con el cuchillo entre los dientes
Guerra de paz, guerra de trabajo
Mi guerra es asegurar mi lugar fuera del banco
Si me quedo, aguanto el golpe
Respiro hondo y aprovecho cuando vaya al campo

Tengo solo 19, crecí con unos esnob
Clase media pero para ellos era el más pobre
Mi sangre es noble, y honro a mi familia
Dicen que soy un niño rico, pero no imaginan este camino
Me enorgullezco de lo que mi familia ha hecho por mí
Por eso lucharé para que se sientan orgullosos al final
¿Es por dinero? Sí, no soy falso
Pero sin olvidar que fui feliz corriendo descalzo
Por las calles, detrás de una cometa, en Jardim Brasil
Sé quién retrocedió, sé quién progresó
Y quién solo se rió, se morderán la boca
Estoy ostentando ideas, ellos en la vida loca
Chico con actitud, no de dinero
Porque el dinero nunca define el carácter, amigo
Conozco ricos tramposos, también con buen corazón
Pobres que no respetan, y pobres con corazón
El dinero solo embellece por fuera, entiende la lección
Todo es una mierda, cuando cierren el ataúd
Independiente hago rap, de otoño a otoño
Porque lo que elegí para mí, hermano, ¡no tiene dueño!

Escrita por: