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De Vuelta al Altar

Edson Santanna

De Volta ao Altar

Alma cansada, coração bate forte no peito
Minha fé diz ore um pouco mais
A razão diz que não tem mais jeito
Os amigos que eu tenho onde estão

E chorando fico a me questionar
No meu quarto é só eu e o violão
E as lágrimas, meu rosto a banhar

Quanto mais eu oro tudo é silêncio
Mesmo assim, Senhor, eu não vou recuar
Pois eu creio que viras ao meu encontro
Deus não deixe essa prova me matar

Quebra esse silêncio, vem ao meu encontro
Perdoa meus erros, pois sou imperfeito
Eu quero ouvir de novo a Tua voz
E te contar os meus segredos

Se for necessário eu nascer de novo
Pode me quebrar e refaz do teu gosto
Tua presença é tudo que eu almejo
Pois não quero ser o mesmo

Senhor, para ouvir a Tua voz eu me prostro de joelhos

Quem te disse que não estou escutando
No silêncio filho eu não te abandonei
Todo tempo eu estava te olhando
Não morreste, filho, porque eu não deixei

Eu permito a prova com finalidade
E a tua filho eu vou revelar
Eu não era mais tua prioridade
Então me calei pra você me chamar

No silêncio Eu trabalho, no silêncio Eu te escuto
No silêncio Eu te ensino te pondo de volta ao rumo
Isso não é abandono, muito menos é desprezo
Só Estou te ensinando a rever os teus conceitos

O silêncio é necessário e o deserto também
Te provei porque te amo faço tudo pra o teu bem
Filho, às vezes, é preciso Minha voz silenciar
Só sentindo a Minha falta Eu te trago de volta pro altar

Senhor eu não entendia, mas agora eu entendo
Filho disso Eu já sabia, sei que dói o Meu silêncio
Pai perdoa os meus erros
Filho estás perdoado, chega de se lamentar e recebe o meu abraço

Pai eu sei que não mereço, tanto amor e cuidado
Pois sou frágil incapaz, ser humano limitado
Já não quero ser o mesmo, Pai eu te amo demais
Então fica filho na Minha presença e não saia nunca mais
Então fica, filho, na Minha presença e não saia nunca mais
Meu filho

De Vuelta al Altar

Alma cansada, corazón late fuerte en el pecho
Mi fe dice ora un poco más
La razón dice que no hay más remedio
¿Dónde están los amigos que tengo?

Llorando me cuestiono
En mi habitación solo estoy con mi guitarra
Y las lágrimas bañan mi rostro

Mientras más oro, todo es silencio
Aun así, Señor, no retrocederé
Porque creo que vendrás a mi encuentro
Dios, no permitas que esta prueba me mate

Rompe este silencio, ven a mi encuentro
Perdona mis errores, pues soy imperfecto
Quiero escuchar de nuevo tu voz
Y contarte mis secretos

Si es necesario nacer de nuevo
Puedes quebrarme y rehacerme a tu gusto
Tu presencia es todo lo que anhelo
Pues no quiero ser el mismo

Señor, me postro de rodillas para escuchar tu voz

¿Quién te dijo que no estoy escuchando?
En el silencio, hijo, no te he abandonado
Todo el tiempo te estaba observando
No moriste, hijo, porque no lo permití

Permito la prueba con un propósito
Y a ti, hijo, te revelaré
Ya no era tu prioridad
Por eso callé para que me llamaras

En el silencio trabajo, en el silencio te escucho
En el silencio te enseño, poniéndote de vuelta en el camino
Esto no es abandono, ni mucho menos desprecio
Solo te estoy enseñando a reconsiderar tus conceptos

El silencio es necesario y también el desierto
Te probé porque te amo, hago todo por tu bien
Hijo, a veces es necesario silenciar mi voz
Solo sintiendo mi ausencia te traigo de vuelta al altar

Señor, no entendía, pero ahora entiendo
Hijo, ya lo sabía, sé que duele mi silencio
Padre, perdona mis errores
Hijo, estás perdonado, deja de lamentarte y acepta mi abrazo

Padre, sé que no merezco tanto amor y cuidado
Pues soy frágil, incapaz, humano y limitado
Ya no quiero ser el mismo, Padre, te amo demasiado
Así que quédate en mi presencia, hijo, y no te vayas nunca más
Así que quédate, hijo, en mi presencia y no te vayas nunca más
Mi hijo

Escrita por: Jonathan Pães