Noite da Estrela
Brilhava tão triste
No infinito espaço.
Nem sabia que existem
Outros espaços, tantos.
Cada cintilo é pranto,
Luz que vem de outro canto
E enche de esperança
A moçada guerreira
Que fitava a estrela,
Na noite, a chorar.
Noite escura,
Vento algente,
Que hoje é diferente.
Hoje a minha gente
Já não enxerga a estrela
E nem é guerreira
Ou sabe chorar! (bis)
Noche de la Estrella
Brillaba tan triste
En el infinito espacio.
No sabía que existen
Otros espacios, tantos.
Cada destello es llanto,
Luz que viene de otro lado
Y llena de esperanza
A la juventud guerrera
Que miraba la estrella,
En la noche, llorando.
Noche oscura,
Viento penetrante,
Que hoy es diferente.
Hoy mi gente
Ya no ve la estrella
Y no es guerrera
Ni sabe llorar. (bis)
Escrita por: Eduardo Cantos Davö