Aventureira
Já não te vejo, deslumbrante como outrora
Já não te sinto, luz do meu encantamento
Com a cerimonia, que te chamam de senhora
Tu podes crer, que já mudou meu sentimento
Já fui mendigo, do teu riso e do teu beijo
Tive migalhas de esperança e de carinho
Mas não me lembro que tu foste meu desejo
Felizmente agora eu vejo, que é melhor viver sozinho!
A noite passa, depois vem a alvorada
De ti não sei mais nada, nem mais sei quem tu és
Aventureira, magoaste a vida inteira
De quem era feliz, junto a teus pés
Desesperado, segui o meu caminho
Sabendo que entre amigos, morava a humilhação
Hoje saúdo, a quem vendeu de tudo
Mas não compro no mercado de ilusão
Eu te agradeço e relembro comovido
Alguns momentos de loucura e de prazer
Meu pensamento volta as vezes distraído
Vai ao passado, sem te esquecer
Esta ferida que tu abriste no meu peito
Do amor desfeito, nunca mais há de fechar
Sua carreira de cruel aventureira
A vida inteira, saberá me castigar
Eu te agradeço e relembro comovido
Alguns momentos de loucura e de prazer
Meu pensamento volta as vezes distraído
Vai ao passado, sem te esquecer
Esta ferida que tu abriste no meu peito
Do amor desfeito, nunca mais há de fechar
Sua carreira de cruel aventureira
A vida inteira, saberá me castigar
Aventurera
Ya no te veo, deslumbrante como antes
Ya no te siento, luz de mi encantamiento
Con la ceremonia, que te llaman señora
Puedes creer, que ya cambió mi sentimiento
Ya fui mendigo, de tu risa y de tu beso
Tuve migajas de esperanza y cariño
Pero no recuerdo que fuiste mi deseo
¡Afortunadamente ahora veo, que es mejor vivir solo!
La noche pasa, luego viene el amanecer
De ti ya no sé nada, ni sé quién eres
Aventurera, heriste la vida entera
De quien era feliz, junto a tus pies
Desesperado, seguí mi camino
Sabiendo que entre amigos, moraba la humillación
Hoy saludo, a quien vendió de todo
Pero no compro en el mercado de ilusión
Te agradezco y recuerdo conmovido
Algunos momentos de locura y placer
Mi pensamiento a veces distraído
Va al pasado, sin olvidarte
Esta herida que abriste en mi pecho
Del amor deshecho, nunca más se cerrará
Tu carrera de cruel aventurera
Toda la vida, sabrá castigarme
Te agradezco y recuerdo conmovido
Algunos momentos de locura y placer
Mi pensamiento a veces distraído
Va al pasado, sin olvidarte
Esta herida que abriste en mi pecho
Del amor deshecho, nunca más se cerrará
Tu carrera de cruel aventurera
Toda la vida, sabrá castigarme
Escrita por: Angel Villoldo / Haroldo Barbosa / Marambaio Catan