Inocência
Se em teu semblante de criança pura
pudesse confiar o que desejo
Não vivirías em pródiga amargura,
que tortura
Esperando em vão, o que almejo
Jamais supus querer-te tanto assim
Sem contudo mereceres um carinho
Tu não vieste ao mundo para mim
Como também, não cruzarás o meu caminho
Guardei no coração sua lembrança, chorei
A leviandade de criança, que fez-me jurar
Ter-te eterno amor
Amor que hoje é sinônimo de dor
Fiz os meus castelos de ilusão
Quis repartir contigo o coração
Em tempo me lembrei que era sonho
Por isso vivo tristonho maldizendo
esta paixão
Inocencia
En tu rostro de niña pura
si pudiera confiar lo que deseo
No vivirías en amarga desolación,
¡qué tortura!
Esperando en vano lo que anhelo
Nunca imaginé quererte tanto
Sin merecer siquiera un cariño
No viniste al mundo para mí
Y tampoco cruzarás mi camino
Guardé en mi corazón tu recuerdo, lloré
La ligereza de niña que me hizo jurar
Amarte eternamente
Amor que hoy es sinónimo de dolor
Construí castillos de ilusión
Quise compartir contigo mi corazón
Pero luego recordé que era un sueño
Por eso vivo melancólico, maldecido
por esta pasión
Escrita por: Jacob Do Bandolim