Carta
Dias se foram, o sol me guia
Nessa estrada percorrendo, aonde vou chegar?
Nunca mais vi, nunca mais senti
Ce não imagina o quanto eu senti
Um outro olhar, olhar profundo
Chega pra cá, presta atenção e olha pro fundo
Do meu olho, você tá vendo?
É tanta coisa e só agora que eu to percebendo
E eu descrevo com o meu olhar, só você sabe falar
Coisas que eu nunca vi, então você me telefona
Você me fala coisas bonitas
Sinceramente eu já ouvi isso na minha vida
Outro passo, outro vão
Outro destino, outra história, eu quero te contar
Mas dessa vez eu vou guardar pra mim
Quem sabe um dia eu não volto pra compartilhar?
Eu digo: Floresceu, você diz: Vai passar
Ele diz: Vem pra cá, e eu sigo: Vou me jogar
Passou o tempo e nem percebemos
Nós mudamos tanto, desculpa se eu falar que já não quero mais
E eu não quero mais
Voltar pra aquele caminho que eu tava tão perdida
Fazia sempre a mesma coisa
E sempre era tida como pretendida
A escolha faz parte do negócio
Eu escolhi viver e não ser sócio
Escolha entre te ter nas mãos?
Escolho te deixar pra não ser tudo em vão
Minha vida, meus motivos
A minha escolha, o meu abrigo
O meu templo é sagrado
Eu fico lado a lado do meu lado
Lado a lado do meu lado
Carta
Días se fueron, el sol me guía
En este camino recorriendo, ¿a dónde voy a llegar?
Nunca más vi, nunca más sentí
No te imaginas cuánto yo sentí
Una mirada más, mirada profunda
Ven aquí, pon atención y mira al fondo
De mi ojo, ¿estás viendo?
Es tanto lo que hay y solo ahora me estoy dando cuenta
Y lo describo con mi mirada, solo tú sabes hablar
Cosas que nunca vi, entonces me llamas
Me dices cosas bonitas
Sinceramente, ya he escuchado eso en mi vida
Otro paso, otro espacio
Otro destino, otra historia, quiero contarte
Pero esta vez lo guardaré para mí
¿Quién sabe? Tal vez un día vuelva a compartirlo
Yo digo: Floreció, tú dices: Pasará
Él dice: Ven para acá, y yo sigo: Me voy a lanzar
Pasó el tiempo y ni nos dimos cuenta
Cambiamos tanto, perdona si digo que ya no quiero más
Y ya no quiero más
Volver a ese camino donde estaba tan perdida
Siempre hacía lo mismo
Y siempre era vista como la pretendida
La elección es parte del negocio
Elegí vivir y no ser socio
¿Elegir entre tenerte en mis manos?
Elijo dejarte para que no sea todo en vano
Mi vida, mis motivos
Mi elección, mi refugio
Mi templo es sagrado
Me quedo lado a lado de mi lado
Lado a lado de mi lado