Juntinho de Novo / Não Manche o Meu Panama / o Sorriso do Paulinho / Oito Mulheres (Pode Falar Quem Quiser) / Embrulho Que Eu Carrego / Despacho
Aqui estamos de novo, bem juntinhos
Fazendo dupla uma terceira vez
Relembrando os sucessos
Apresentados para vocês
E novamente de sambas bem antigos
Nós tentaremos uma outra vez
Vai elzinha!
Vai miltinho!
Cantando pra agradar a vocês
Aqui estamos de novo, bem juntinhos
Fazendo dupla uma terceira vez
E vai comadre!
Vai compadre!
Cantando pra agradar a vocês
Belezinha (a suas ordens)
Não vá se zangar comigo (boa noite, cavalheiro)
Gosto de dançar consigo (ah)
Mas é bom chegar pra lá (ué?)
Chegar pra lá (por quê?)
O batom é um perigo (ué)
Tira o rosto do meu ombro
Não manche o meu panamá!
(Nós não vamos nos entender assim não)
Ai, belezinha (pode chamar se quiser)
Não vá se zangar comigo (eu não vou me zangar)
Gosto de dançar consigo (agradei de você)
Mas é bom chegar pra lá (ah)
É que o batom é um perigo
Tira o rosto do meu ombro
Não manche o meu panamá (assim não dá!)
Olha, você bem sabe
Que eu sou um homem casado (e o que que está fazendo aqui?)
Chegando em casa manchado
Vai ter briga com a iaiá (ai, iaiá, que azar!)
E eu não desejo isso (que horror!)
Respeite o meu compromisso (tá por fora, hein!)
Pra iaiá também me respeitar, ouviu?
Não é possível viver assim desse jeito (que jeito, nega?)
Chegando de madrugada sujo de ruge e de pó (eu?)
Parece incrível, você perdeu o respeito (essa não!)
Não tem amor a mais nada (não concordo!)
Me deixando em casa tão só (você nunca esteve só!)
O meu consolo é o sorriso do paulinho (e não chego?)
Quando pergunta
Mamã, por onde andará meu paizinho, certinho? (trabalhando, certinho! Isso, isso!)
Então eu choro
E você sabe por quê
Nosso filho desconhece
O que dizem de você (ha, ha!)
Pode falar, meu bem (mas eu falo com razão!)
Pode chorar se quiser (não, chorar não!)
O homem não pode viver
Somente pra uma mulher (tem que ter muito peito!)
Viu! Pode falar, meu bem (lógico!)
Pode chorar se quiser (não! Não!)
O homem não pode viver (ha, ha, há!)
Somente pra uma mulher
Vai ouvindo! (estou aqui!)
Uma é pra dentro de casa (e, e)
Outra é pro meio da rua (ah)
Uma é pra dia de Sol (sim, senhor)
A outra é pra noite de Lua (ih, Lua tá por fora! Ih)
Uma é para o pensamento
Outra é para o coração (que horror!)
Uma é mulher de verdade (sou eu!)
E a outra é a inspiração. Ha, ha!
Enquanto você não for eu não sossego (peraí, peraí, já tô indo!)
Você é o embrulho que eu carrego (desde quando, meu amor?)
Darei doces a cosme, velas pra nossa senhora (macumbeira, né!)
Se amanhã você me disser que vai embora (não, vou dizer hoje. Hoje!)
Enquanto você não for eu não sossego (olha, você me chamou na porta. Já tô indo embora!)
Você é o embrulho pesado que a mamãe carrega (olha aí, até logo, hein! Até logo!)
Darei doces a cosme, velas pra nossa senhora (sua macumbeira!)
Se amanhã você me disser que vai embora
Foi, foi (foi o quê?) foi, foi amor (qual é a desculpa agora)
Foi despacho (ué) o que fizeram pra nos separar (me avisaram e eu não quis acreditar não, nego)
Foi, foi (e o dinheiro que nós pagamos àquele macumbeiro?) foi, foi amor (o que que ficou?)
Foi macumba o que puseram em nosso lar!
Mas eu não quis acreditar (tá vendo!)
Que foi, amor, a inveja por nos verem tão feliz!
Foi, foi a maldade que me fez abandonar meu lar
O meu lar!
Juntitos de Nuevo / No Manches Mi Sombrero / La Sonrisa de Paulito / Ocho Mujeres (Puede Hablar Quien Quiera) / El Paquete que Cargo / Despacho
Aquí estamos de nuevo, bien juntitos
Haciendo pareja por tercera vez
Recordando los éxitos
Presentados para ustedes
Y de nuevo con sambas muy antiguos
Intentaremos una vez más
¡Vamos Elzinha!
¡Vamos Miltinho!
Cantando para complacerlos
Aquí estamos de nuevo, bien juntitos
Haciendo pareja por tercera vez
¡Y va comadre!
¡Va compadre!
Cantando para complacerlos
Belleza (a sus órdenes)
No te enojes conmigo (buenas noches, caballero)
Me gusta bailar contigo (ah)
Pero es mejor que te apartes (¿eh?)
Apartarte (¿por qué?)
El lápiz labial es peligroso (¿eh?)
Quita tu rostro de mi hombro
¡No manches mi sombrero!
(No vamos a entendernos así)
Ay, belleza (puedes llamarme si quieres)
No te enojes conmigo (no me enojaré)
Me gusta bailar contigo (me agradaste)
Pero es mejor que te apartes (ah)
Es que el lápiz labial es peligroso
Quita tu rostro de mi hombro
No manches mi sombrero (¡así no!)
Mira, tú bien sabes
Que soy un hombre casado (¿y qué haces aquí?)
Llegando a casa manchado
Habrá pelea con la iaiá (¡ay, iaiá, qué mala suerte!)
Y yo no deseo eso (¡qué horror!)
Respeta mi compromiso (estás desactualizada, eh)
Para que la iaiá también me respete, ¿entendiste?
No es posible vivir así de esta manera (¿qué manera, negra?)
Llegando de madrugada sucio de rubor y polvo (¿yo?)
Parece increíble, perdiste el respeto (¡no puede ser!)
No tienes amor por nada más (no estoy de acuerdo)
Dejándome en casa tan solo (¡nunca estuviste solo!)
Mi consuelo es la sonrisa de Paulito (¿y yo qué?)
Cuando pregunta
Mamá, ¿dónde estará mi papito, seguro? (trabajando, seguro, ¡eso, eso!)
Entonces lloro
Y sabes por qué
Nuestro hijo desconoce
Lo que dicen de ti (ja, ja)
Puede hablar, mi amor (¡pero hablo con razón!)
Puede llorar si quiere (¡no, llorar no!)
El hombre no puede vivir
Sólo para una mujer (¡hay que tener mucho coraje!)
¡Viste! Puede hablar, mi amor (¡claro!)
Puede llorar si quiere (¡no! ¡no!)
El hombre no puede vivir (ja, ja, ja)
Sólo para una mujer
¡Escucha! (¡aquí estoy!)
Una es para dentro de casa (y, y)
Otra es para la calle (ah)
Una es para el día soleado (sí, señor)
La otra es para la noche de luna (¡eh, la luna está desactualizada! ¡eh!)
Una es para el pensamiento
Otra es para el corazón (¡qué horror!)
Una es mujer de verdad (¡soy yo!)
Y la otra es la inspiración. ¡Ja, ja!
Mientras no seas tú, no descanso (espera, espera, ¡ya voy!)
Eres el paquete que cargo (¿desde cuándo, mi amor?)
Daré dulces a Cosme, velas a nuestra señora (macumbera, ¿no?)
Si mañana me dices que te vas (no, lo diré hoy. ¡Hoy!)
Mientras no seas tú, no descanso (mira, me llamaste a la puerta. ¡Ya me voy!)
Eres el paquete pesado que mamá carga (¡ahí está, hasta luego, eh! ¡Hasta luego!)
Daré dulces a Cosme, velas a nuestra señora (¡tú macumbera!)
Si mañana me dices que te vas
Fue, fue (¿qué fue?) fue, fue amor (¿cuál es la excusa ahora?)
Fue despacho (¿eh?) lo que hicieron para separarnos (me advirtieron y no quise creer, negra)
Fue, fue (¿y el dinero que pagamos al brujo?) fue, fue amor (¿qué quedó?)
Fue brujería lo que pusieron en nuestro hogar
Pero no quise creer (¡ves!)
Que fue, amor, la envidia al vernos tan felices
Fue, fue la maldad que me hizo abandonar mi hogar
¡Mi hogar!
Escrita por: Ary Barroso, Mário Rossi, José Batista, Gastão Vianna, Djalma Mafra, Oswaldo dos Santos (Alvaiade), Nelson Martins dos Santos