Aquarela Brasileira / Mulher Brasileira / Nega de Obaluaê
Vejam esta maravilha de cenário
É o episódio relicário
Que o artista num sonho genial
Escolheu pra este carnaval
E o asfalto como passarela
Será a tela
Do Brasil em forma de aquarela
Passeando pelas cercanias do Amazonas
Conheci vastos seringais
Do Pará, a ilha de Marajó
E a velha cabana do Timbó
Caminhando ainda um pouco mais
Deparei com lindos coqueirais
Estava no Ceará, terra de Irapuã
De Iracema e Tupã
Agora chegou a vez, vou cantar
Mulher brasileira em primeiro lugar
Agora chegou a vez, vou cantar
Mulher brasileira em primeiro lugar
Agora chegou a vez, vou cantar
Mulher brasileira em primeiro lugar
Agora chegou a vez, vou cantar
Mulher brasileira em primeiro lugar
Nega, nega
Nega de Obaluaê
Nega, nega
Nega de Obaluaê
Essa nega fez feitiço, nega
Entregou meu nome ao santo, nega
Agora não dou mais um passo
Sem essa nega, malandro
Sei que não posso viver
Nega, nega
Nega de Obaluaê
Nega
Acuarela Brasileña / Mujer Brasileña / Negra de Obaluaê
Vean esta maravilla de escenario
Es el episodio relicario
Que el artista en un sueño genial
Eligió para este carnaval
Y el asfalto como pasarela
Será la tela
De Brasil en forma de acuarela
Paseando por las cercanías del Amazonas
Conocí vastos seringales
De Pará, la isla de Marajó
Y la vieja cabaña del Timbó
Caminando un poco más
Me encontré con hermosos cocotales
Estaba en Ceará, tierra de Irapuã
De Iracema y Tupã
Ahora llegó mi turno, voy a cantar
Mujer brasileña en primer lugar
Ahora llegó mi turno, voy a cantar
Mujer brasileña en primer lugar
Ahora llegó mi turno, voy a cantar
Mujer brasileña en primer lugar
Ahora llegó mi turno, voy a cantar
Mujer brasileña en primer lugar
Negra, negra
Negra de Obaluaê
Negra, negra
Negra de Obaluaê
Esa negra hizo un hechizo, negra
Entregó mi nombre al santo, negra
Ahora no doy un paso más
Sin esa negra, compadre
Sé que no puedo vivir
Negra, negra
Negra de Obaluaê
Negra
Escrita por: Wando, Silas de Oliveira, Benito Di Paula