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Deja de matarnos

Enme

Parem de Nos Matar

A carne mais velada do mercado é a carne negra
Que não se entrega, batalha de Sol a Lua
Leva bala a favela, como se gente não fosse
Não fazem nada por ela

Tão barata no mercado, teve seu ouro roubado
No sistema do passado, atualizado, sem nada mudar
Racismo velado, falsos aliados e calam a cultura preta
Chamam de pecado

Fere o nosso orgulho antes de cicatrizar
Apagam nossa história antes mesmo de contar
Mais um de nós morre, mais um de nós some
Chega, agora basta, parem de nos matar

Engatilhando o ódio ao me ver passar
Levantam mil barreiras, vamo atravessar
Não corro pelo medo, é hora de lutar
Chega, agora basta, parem de nos matar

Parem, parem, parem de nos matar
Parem, parem, parem de nos matar
Parem, parem, parem de nos matar
Chega, agora basta, parem de nos matar

A nação que mais mata LGBT
Mulher, preto, viado e dizem não ver
Não vou ficar calado de braço cruzado
Se guerra eles querem, isso vão ter

E a casa grande, vamo derrubar
Universidades, nós vamos lotar
Vão ter que aplaudir, vão ter que aturar
Vendo a bixa preta o mundo dominar

Fere o nosso orgulho antes de cicatrizar
Apagam nossa história antes mesmo de contar
Mais um de nós morre, mais um de nós some
Chega, agora basta, parem de nos matar

Engatilhando o ódio ao me ver passar
Levantam mil barreiras, vamo atravessar
Não corro pelo medo, é hora de lutar
Chega, agora basta, parem de nos matar

Parem, parem, parem de nos matar
Parem, parem, parem de nos matar
Parem, parem, parem de nos matar
Chega, agora basta, parem de nos matar

Parem, parem, parem de nos matar
Parem, parem, parem de nos matar
Parem, parem, parem de nos matar
Chega, agora basta, parem de nos matar

Hoje eu vou voltar com vida
Hoje eu vou voltar com vida
Hoje eu vou voltar com vida
Hoje eu vou voltar com vida
Hoje eu vou voltar com vida

Deja de matarnos

La carne más velada en el mercado es la carne negra
Quién no se rinde, batalla de Sol a Luna
Toma una bala a la barriada, como si la gente no lo estuviera
No hacen nada por ella

Tan barato en el mercado, le robaron el oro
En el sistema del pasado, actualizado, nada cambia
Racismo velado, falsos aliados y silencio cultura negra
Lo llaman pecado

Duele nuestro orgullo antes de que se cure
Borran nuestra historia antes de contar
Uno más de nosotros muere, otro de nosotros se ha ido
Basta, ahora basta, deja de matarnos

Cagando el odio cuando me ves pasar
Levanten mil barreras, cruzemos
No corro por miedo, es hora de luchar
Basta, ahora basta, deja de matarnos

Detente, detente, deja de matarnos
Detente, detente, deja de matarnos
Detente, detente, deja de matarnos
Basta, ahora basta, deja de matarnos

La nación que más mata a los LGBT
Mujer, negro, raro y decir que no vea
No me voy a sentar de brazos cruzados
Si quieren la guerra, esto tendrá

Y la casa grande, vamos a derribar
Universidades, vamos a estar lleno de gente
Vas a tener que aplaudir, vas a tener que soportarlo
Ver al fag negro dominar el mundo

Duele nuestro orgullo antes de que se cure
Borran nuestra historia antes de contar
Uno más de nosotros muere, otro de nosotros se ha ido
Basta, ahora basta, deja de matarnos

Cagando el odio cuando me ves pasar
Levanten mil barreras, cruzemos
No corro por miedo, es hora de luchar
Basta, ahora basta, deja de matarnos

Detente, detente, deja de matarnos
Detente, detente, deja de matarnos
Detente, detente, deja de matarnos
Basta, ahora basta, deja de matarnos

Detente, detente, deja de matarnos
Detente, detente, deja de matarnos
Detente, detente, deja de matarnos
Basta, ahora basta, deja de matarnos

Hoy volveré con vida
Hoy volveré con vida
Hoy volveré con vida
Hoy volveré con vida
Hoy volveré con vida

Escrita por: Enme