Teu Abrigo
Não há respostas para concluir,
O que eu perguntei "a verdade em toda explicação?"
E do nada, criamos vácuo pra suprir o que eu não sonhei.
E do eu criamos eras.
Sem perguntar, ideais sem um pensar...
Mas era verdade, que aos olhos de um irmão,
Eu lhe falei usando sempre um coração, viu?
E era verdade, que meu corpo era seu.
Eu te guardei num abrigo meu.
Cheguei a ver o que eu fazia, mas não tinha conclusão.
O que eu sentia era pretensão.
Mas... nada vai mudar o que eu sorri o que falei ou o que pensei.
Tinha sempre um coração tão bom!
E era verdade que meu corpo era seu.
Eu te guardei num abrigo meu...
E eu prometo, não vou correr demais.
E eu prometo não vou correr... demais.
Mantínhamos tradições era bebida sem sabor.
Mas de você eu não guardo nenhum rancor.
Me explica este arrepio que chegou até doer.
Eu te guardei num abrigo meu.
Tu Abrigo
No hay respuestas para concluir,
Lo que pregunté "¿la verdad en toda explicación?"
Y de la nada, creamos un vacío para suplir lo que no soñé.
Y de eso creamos eras.
Sin preguntar, ideales sin un pensar...
Pero era verdad, que a los ojos de un hermano,
Te hablé siempre con el corazón, ¿vio?
Y era verdad, que mi cuerpo era tuyo.
Te guardé en un abrigo mío.
Llegué a ver lo que hacía, pero no tenía conclusión.
Lo que sentía era pretensión.
Pero... nada cambiará lo que sonreí, lo que dije o lo que pensé.
Siempre tuve un corazón tan bueno.
Y era verdad que mi cuerpo era tuyo.
Te guardé en un abrigo mío...
Y prometo, no correré demasiado.
Y prometo no correr... demasiado.
Manteníamos tradiciones, era bebida sin sabor.
Pero de ti no guardo rencor alguno.
Explícame este escalofrío que llegó a doler.
Te guardé en un abrigo mío.
Escrita por: Selton Bruno