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Papel en Blanco

Erro de Sistema

Papel Em Branco

As pessoas tentam ser,
Poderosas como deus.
Elas tentam explorar, tudo aquilo que se perdeu.
Não sou tão sábio, a ponto de prever.
Mas um dia este poder, vai se voltar contra vocês.

E é tão simples, a maneira de lhes ver.
Frio que seca alma do humilde que vão vender.
A voz que sopra, das crianças que não enxergam mais.
Elas perderam a inocência, com seus cordões umbilicais.

E o que vamos escrever pro nossos filhos amanhã?
É um papel em branco, esperando por você.
E o que vamos escrever, pro nossos filhos amanhã?
É um papel em branco... e nada mais.

Não tenho dinheiro, só desprezo.
De conviver com vocês, o dia inteiro.
Pois uma parte de nós está coberta de sangue.
Passamos a viver, fugindo de gangues...

E o que vamos escrever pro nossos filhos amanhã?
É um papel em branco, esperando por você.
E o que vamos escrever, pro nossos filhos amanhã?
É um papel em branco... e nada mais.

Mas não me interessa se não sabemos mais viver.
E não há nada que se ame, nem em mim nem em você.
Prendemos os marginais, mas são que eles que vivem mais.
Já que nós vivemos presos, pelas mãos de nossos pais!

Papel en Blanco

Las personas intentan ser,
Poderosas como dios.
Intentan explorar, todo lo que se ha perdido.
No soy tan sabio, como para prever.
Pero un día este poder, se volverá en su contra.

Y es tan simple, la forma de verlos.
Frío que seca el alma del humilde que van a vender.
La voz que susurra, de los niños que ya no ven.
Han perdido la inocencia, con sus cordones umbilicales.

¿Y qué vamos a escribir para nuestros hijos mañana?
Es un papel en blanco, esperando por ti.
¿Y qué vamos a escribir, para nuestros hijos mañana?
Es un papel en blanco... y nada más.

No tengo dinero, solo desprecio.
De convivir con ustedes, todo el día.
Porque una parte de nosotros está cubierta de sangre.
Pasamos a vivir, huyendo de pandillas...

¿Y qué vamos a escribir para nuestros hijos mañana?
Es un papel en blanco, esperando por ti.
¿Y qué vamos a escribir, para nuestros hijos mañana?
Es un papel en blanco... y nada más.

Pero no me interesa si ya no sabemos vivir.
Y no hay nada que se ame, ni en mí ni en ti.
Encarcelamos a los marginados, pero son ellos los que viven más.
Ya que nosotros vivimos presos, por las manos de nuestros padres!

Escrita por: Selton Bruno