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Más Allá

Erro de Sistema

Muito Além

A virtude insiste em cultivar meus sonhos.
E a esperança vende falsas emoções vitais, eu sei.
Não, não tente me queimar com os olhos.
Que eu sei que este filme ainda vai durar...

Muito além, daqueles olhos sempre tem,
Alguma mágoa, ela vem, me perturbar.

E da fonte que vem do bem,
Eu sei que existe sempre algo mais.
Muito além daquele trem.

A propaganda que vende tédio pros meus olhos,
Não vende sangue pro meu corpo mais.
A razão desconhece meus próprios planos.
Grande santo pretende me perdoar.

Muito além, daqueles olhos sempre tem,
Alguma mágoa, ela vem, me pertubar.

E da fonte que vem do bem,
Eu sei que existe sempre algo mais.
Muito além daquele trem.

Não tente me inibir.
E nem me perdoar.
Que eu sei que aquelas minhas mágoas,
São algo que não vão passar.
E aquela rei que sempre ri,
Das promessas que ele faz.
Com aquele todo pão e circo,
São as grades pra me escravizar!

E da fonte que vem do bem,
Eu sei que existe sempre algo mais.
Muito além daquele trem.

Más Allá

La virtud insiste en cultivar mis sueños.
Y la esperanza vende falsas emociones vitales, lo sé.
No, no intentes quemarme con los ojos.
Porque sé que esta película aún durará...

Más allá, de esos ojos siempre hay,
Alguna amargura, que viene a perturbarme.

Y de la fuente que viene del bien,
Sé que siempre hay algo más.
Más allá de ese tren.

La propaganda que vende aburrimiento a mis ojos,
No vende sangre para mi cuerpo.
La razón desconoce mis propios planes.
El gran santo pretende perdonarme.

Más allá, de esos ojos siempre hay,
Alguna amargura, que viene a perturbarme.

Y de la fuente que viene del bien,
Sé que siempre hay algo más.
Más allá de ese tren.

No intentes inhibirme.
Ni perdonarme.
Porque sé que esas amarguras mías,
Son algo que no pasará.
Y aquel rey que siempre se ríe,
De las promesas que hace.
Con todo ese pan y circo,
Son las rejas para esclavizarme.

Y de la fuente que viene del bien,
Sé que siempre hay algo más.
Más allá de ese tren.

Escrita por: Selton Bruno