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Registro Abusivo

Escolta

Enquadro Abusivo

Mão na cabeça, de cara pro muro
Bem vindo ao costume do mundo obscuro
Revista de rotina esvaziando a esquina
Cada um com sua sina era das chacinas

Clima de tensão os canos apontados
Movimentos bruscos, crânios estourados
Educação é ter licença pra matar
Fugindo do controle hora de exterminar

Aos meus caros
A resistência é o ato chave
Meu microfone é meu porte legal
Porte ilegal é a rima e balaclave

Quem nunca viu um cano da quadrada
Pode esperar sua hora é aguardada
A tensão é forte como drinque cowboy
A revolta é sentimento que corrói

Mão na cabeça encosta na parede
Filho da puta hoje mato minha sede
Tu não tem voz tu é vagabundo, bandido
Não se mexe se não tá fudido

Humano desvalorizado sistema nervoso abalado
Até meus antepassados nessa hora foram xingados
Semblante embaçado instigado a revidar
Mas não vou dar motivo pro sistema me executar

O breu fecha a rua do começo ao fim
Afirmações são como facas é o que pensam de mim
Dissecam minha mente, me oprimiram até calado
Chamado de bandido por um marginal fardado

Julgado? Normal nesse cotidiano
Por gente que nem sabe o que to falando
Essa tensão que por você nunca foi sentida
Com a quadrada na mão brincaram com minha vida

Quando o giroflex passa o clima já embaça
A lei é eles quem fazem a raiva a gente abraça
Na missão eu sigo instigo e aviso
A Escolta tá armada e os piores tão comigo

Mão na cabeça encosta na parede
Filho da puta hoje mato minha sede
Tu não tem voz tu é vagabundo bandido
Não se mexe se não tá fudido

1 por amor, 2 por revolução
3 por dinheiro porque aqui não tem cuzão

Registro Abusivo

Mano en la cabeza, de frente al muro
Bienvenido al hábito del mundo oscuro
Registro de rutina vaciando la esquina
Cada uno con su destino en la era de las masacres

Ambiente tenso, cañones apuntando
Movimientos bruscos, cráneos estallando
Educación es tener licencia para matar
Escapando del control, hora de exterminar

Para mis queridos
La resistencia es el acto clave
Mi micrófono es mi permiso legal
El permiso ilegal es la rima y la balaclava

Quien nunca ha visto un cañón de la cuadrada
Puede esperar, su hora está esperada
La tensión es fuerte como trago de cowboy
La revuelta es un sentimiento que corroe

Mano en la cabeza, apoya en la pared
Hijo de puta, hoy mato mi sed
Tú no tienes voz, eres un vago, bandido
No te muevas si no estás jodido

Humano desvalorizado, sistema nervioso afectado
Hasta mis antepasados en este momento fueron insultados
Rostro nublado, incitado a responder
Pero no voy a dar motivo para que el sistema me ejecute

La oscuridad cierra la calle de principio a fin
Las afirmaciones son como cuchillos, es lo que piensan de mí
Disecan mi mente, me oprimieron hasta en silencio
Llamado de bandido por un marginal uniformado

¿Juzgado? Normal en este cotidiano
Por gente que ni siquiera sabe de qué estoy hablando
Esta tensión que nunca has sentido
Con la cuadrada en la mano jugaron con mi vida

Cuando la sirena pasa, el ambiente se nubla
La ley la hacen ellos, la rabia la abrazamos
En la misión sigo, incito y aviso
La escolta está armada y los peores están conmigo

Mano en la cabeza, apoya en la pared
Hijo de puta, hoy mato mi sed
Tú no tienes voz, eres un vago, bandido
No te muevas si no estás jodido

Uno por amor, dos por revolución
Tres por dinero, porque aquí no hay maricones

Escrita por: Agga Guimarães / João Lucas Pereira / Pedro Uchida / Sebastian Vargas