O Canto de Um Suicida
NeGreen:
O andarilho da noite vaga sozinho sobre a madrugada
Sabendo que a qualquer momento pode se meter em uma roubada
Dominado pela merda do vício, ele cria sua rotina
Rotina assassina que devasta com a sua vida
Faz o corre dos 5 reais pra entrar em uma brisa errada
Louco e alucinado que não liga mais pra nada
Foi de embalo que ele conheceu a porra da cocaína
Mal sabia que isso seria uma péssima escolha pra vida
Ao cair em depressão só ficava isolado, no seu canto
Totalmente dominado, pela Dama de Branco
Ja nem estava mais no controle, era o vício que o manipulava
No estado de abstinência, só a droga que o acalmava
Fazia de tudo só pra sentir a sensação falsa da droga
Penhorava, roubava e até pedia esmola
Pensava que era livre, mas estava preso pelo vício
Em uma brisa insana, querendo pular do precipício
Não da mais. não sei o que fazer
Estou perdido
Tão louco, não da pra entender
O certo ou errado
Babilônia:
Alcoolismo, Depressão, Mulheres, Obsessão
Ganância, Ambição, Música, Composição
Maconha, Cocaína, Ecstasy, Morfina
Mais uma ilusão doce, novo luto a meia noite
Silêncio, confunde a solidão
Linda face ofusca o triste coração
Poetas e seus dilemas
Pensamentos que causam problemas
Veja que noite bela, veja que bela lua
Vermelha como a paixão, sombria como sepulturas
Perto demais pra eu poder tocá-la (tocá-las)
Tão distante pra eu poder amá-la
Quem sabe um dia numa nova fase
Nos encontramos em outros lugares
Se pá, ja perdi minha sanidade
Ou só, não quero aceitar a verdade
Não da mais. não sei o que fazer
Estou perdido
Tão louco, não da pra entender
O certo ou errado
Sozinho, sinto uma presença pesada
Depressão, partiu pro quinto copo de cachaça
Me levando pro nada, me deixando mais perto do fundo da cova
Nessa madrugada, o peso nas minhas costas pesam toneladas
Pra onde eu vou? Quem dera se eu soubesse
Procuro a luz no fim do túnel e tudo se escurece
Me sinto melhor na pior, não sei o que acontece
Conforme o tempo passa nada se esclarece
No vale da sombras minha própria sombra me abandona
Algo me assombra, demônios
Minha mente meu manicômio
Com o tempo fui dominado por pesadelos e não vivo mais de sonhos
Me guiaram até um outro lugar estranho
Mais que eu sei que eu deveria estar
Se for pra conviver com esse rebanho
Prefiro me suicidar, pra ir pra outro lar
Não da mais. não sei o que fazer
Estou perdido
Tão louco, não da pra entender
O certo ou errado
El Canto de un Suicida
NeGreen:
El vagabundo de la noche deambula solo en la madrugada
Sabiendo que en cualquier momento puede meterse en un lío
Dominado por la mierda del vicio, él crea su rutina
Una rutina asesina que arrasa con su vida
Corre por los 5 reales para entrar en una mala onda
Loco y alucinado que ya no le importa nada
Fue arrastrado a conocer la maldita cocaína
Sin saber que sería una pésima elección de vida
Al caer en depresión, se aislaba en su rincón
Totalmente dominado por la Dama de Blanco
Ya no estaba en control, era el vicio el que lo manipulaba
En estado de abstinencia, solo la droga lo calmaba
Hacía cualquier cosa para sentir la falsa sensación de la droga
Empeñaba, robaba e incluso pedía limosna
Creía que era libre, pero estaba preso por el vicio
En una mala onda, queriendo saltar al precipicio
Ya no aguanto, no sé qué hacer
Estoy perdido
Tan loco, no se puede entender
Lo correcto o incorrecto
Babilônia:
Alcoholismo, Depresión, Mujeres, Obsesión
Avaricia, Ambición, Música, Composición
Marihuana, Cocaína, Éxtasis, Morfina
Otra dulce ilusión, nuevo luto a medianoche
El silencio confunde la soledad
Un bello rostro eclipsa el triste corazón
Poetas y sus dilemas
Pensamientos que causan problemas
Mira qué noche hermosa, mira qué hermosa luna
Roja como la pasión, sombría como tumbas
Demasiado cerca para tocarla
Demasiado lejos para amarla
Quién sabe un día en una nueva etapa
Nos encontremos en otros lugares
Quizás, ya perdí mi cordura
O simplemente, no quiero aceptar la verdad
Ya no aguanto, no sé qué hacer
Estoy perdido
Tan loco, no se puede entender
Lo correcto o incorrecto
Solo, siento una presencia pesada
La depresión, se fue al quinto vaso de cachaça
Llevándome a la nada, acercándome más al fondo de la tumba
En esta madrugada, el peso en mis hombros pesa toneladas
¿Hacia dónde voy? Ojalá supiera
Busco la luz al final del túnel y todo se oscurece
Me siento mejor en lo peor, no entiendo qué pasa
A medida que pasa el tiempo, nada se aclara
En el valle de sombras, mi propia sombra me abandona
Algo me atormenta, demonios
Mi mente, mi manicomio
Con el tiempo fui dominado por pesadillas y ya no vivo de sueños
Me guiaron a un lugar extraño
Pero sé que debería estar allí
Si es para convivir con este rebaño
Prefiero suicidarme, para ir a otro hogar
Ya no aguanto, no sé qué hacer
Estoy perdido
Tan loco, no se puede entender
Lo correcto o incorrecto
Escrita por: Babilônia / França / NeGreen