Minha Palavra
Movo montanhas pela cidade
O grito das ruas em pele e osso
Ovo na cara da autoridade
Se a política não for pro povo
Minha palavra nunca se cansa
Não vou calar nem me render à sorte
Quem muito espera nem sempre alcança
A mente revolucionária não teme a morte
Cada sentença uma cabeça mais aberta
Para o discurso não se perder na brisa
A mão que escraviza não faz arte que liberta
Eu não preciso teu aval pra ser poeta
Minha palavra nunca se cansa
Quem muito espera nem sempre alcança
Não vou calar nem me render à sorte
A mente revolucionária não teme a morte
Os braços dados como luzes que se acendem
Iluminam as correntes que nos prendem
Movo montanhas pela cidade
O grito das ruas em pele e osso
Ovo na cara da autoridade
Se o política não for pro povo
Minha palavra nunca se cansa
Não vou calar nem me render à sorte
Quem muito espera nem sempre alcança
A mente revolucionária não teme a morte
Mi Palabra
Muevo montañas por la ciudad
El grito de las calles en piel y hueso
Huevo en la cara de la autoridad
Si la política no es para el pueblo
Mi palabra nunca se cansa
No me callaré ni me rendiré ante la suerte
Quien mucho espera no siempre alcanza
La mente revolucionaria no teme a la muerte
Cada sentencia una mente más abierta
Para que el discurso no se pierda en la brisa
La mano que esclaviza no crea arte que libera
No necesito tu aprobación para ser poeta
Mi palabra nunca se cansa
Quien mucho espera no siempre alcanza
No me callaré ni me rendiré ante la suerte
La mente revolucionaria no teme a la muerte
Los brazos unidos como luces que se encienden
Iluminan las cadenas que nos atan
Muevo montañas por la ciudad
El grito de las calles en piel y hueso
Huevo en la cara de la autoridad
Si la política no es para el pueblo
Mi palabra nunca se cansa
No me callaré ni me rendiré ante la suerte
Quien mucho espera no siempre alcanza
La mente revolucionaria no teme a la muerte
Escrita por: Marcelo Cougo