Minha Rua
Aconteça o que acontecer
A rua da minha infância será sempre minha
No mundo não há melodia
Como a dos passarinhos daquela rua
Que cesse todo ritmo
Que pacifiquem o mundo
Há um luar estremecido entre as nuvens
Na terra, um ofendido guia o outro pela mão
É grande a saudade ao reviver essa emoção
Silêncio, estou ouvindo os passarinhos de minha rua
Silêncio, escute os passarinhos de minha rua
Me banho nesse mar pra que eu me anime
Sentindo a natureza o homem se redime
Moinhos que giram, águas que escorrem
Ando perplexo com essas casas arruinadas
Mas, restam os passarinhos de minha rua
São eles meus deuses redentores
Silêncio, silêncio
Mi Calle
Acontezca lo que acontezca
La calle de mi infancia siempre será mía
En el mundo no hay melodía
Como la de los pajaritos de esa calle
Que cese todo ritmo
Que pacifiquen el mundo
Hay una luna estremecida entre las nubes
En la tierra, un ofendido guía al otro de la mano
Es grande la añoranza al revivir esa emoción
Silencio, estoy escuchando los pajaritos de mi calle
Silencio, escucha los pajaritos de mi calle
Me baño en este mar para animarme
Sintiendo la naturaleza el hombre se redime
Molinos que giran, aguas que corren
Ando perplejo con estas casas arruinadas
Pero, quedan los pajaritos de mi calle
Ellos son mis dioses redentores
Silencio, silencio
Escrita por: Eugênio Leandro e Márcio Catunda