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En Memoria

Eutenia

In Memoriam

Meus medos levados pela escuridão
Desejos concretos em meu coração
Enclausurado me absorvo nesse chão
Minhas entranhas se desfazem em meu caixão

Mas a verdade não precisa ser dita
É sempre bom quando quem sabe de uma mentira
Está com a boca cheia de terra pra poder falar
Tomado pelas trevas refletido em seu castiçal
Me livrando de tudo que me faz mal

Não!
Ele não volta mais pra casa
Não!
Não acredito em suas lágrimas
Aquelas mensagens tão comuns
Para quem não vai mais ver o sol nascer

Com minhas mãos sujas de sangue
Minha pertubada alma descança em paz
(Sua ausência não será sentida, sua presença anulada com prazer)

Sem imaginar que o pecado foi o despertar
(Essa luz que ofusca, estou cego por algum estante
Só penso no irrelevante lutando em nome do que acredito)
(Que acredito)

Ele não volta mais pra casa
Não!
Não acredito em suas lágrimas
Aquelas mensagens tão comuns
Para quem não vai mais ver o sol nascer

Minha origem foi muito mais forte
Muito mais forte que o seu coração
(Essa luz que ofusca, estou cego por algum estante
Só penso no irrelevante lutando em nome do que acredito)
(Que acredito)

[Reza em Latim]

Tomado pelas trevas refletido em seu castiçal
Me livrando de tudo que me faz mal

Não!
Ele não volta mais pra casa
Não!
Não acredito em suas lágrimas
Aquelas mensagens tão comuns
Para quem não vai mais ver o sol nascer

Não!
Ele não volta mais pra casa
Não!
Não acredito em suas lágrimas
Aquelas mensagens tão comuns
Para quem não vai mais ver o sol nascer

En Memoria

Mis miedos llevados por la oscuridad
Deseos concretos en mi corazón
Encerrado me absorbo en este suelo
Mis entrañas se deshacen en mi ataúd

Pero la verdad no necesita ser dicha
Siempre es bueno cuando quien sabe de una mentira
Está con la boca llena de tierra para poder hablar
Tomado por las sombras reflejado en su candelabro
Liberándome de todo lo que me hace daño

¡No!
Él no vuelve más a casa
¡No!
No creo en sus lágrimas
Esos mensajes tan comunes
Para quien ya no verá más el sol salir

Con mis manos sucias de sangre
Mi perturbada alma descansa en paz
(Su ausencia no será sentida, su presencia anulada con placer)

Sin imaginar que el pecado fue el despertar
(Esa luz que deslumbra, estoy ciego por un momento
Solo pienso en lo irrelevante luchando en nombre de lo que creo)
(En lo que creo)

Él no vuelve más a casa
¡No!
No creo en sus lágrimas
Esos mensajes tan comunes
Para quien ya no verá más el sol salir

Mi origen fue mucho más fuerte
Mucho más fuerte que tu corazón
(Esa luz que deslumbra, estoy ciego por un momento
Solo pienso en lo irrelevante luchando en nombre de lo que creo)
(En lo que creo)

[Reza en Latín]

Tomado por las sombras reflejado en su candelabro
Liberándome de todo lo que me hace daño

¡No!
Él no vuelve más a casa
¡No!
No creo en sus lágrimas
Esos mensajes tan comunes
Para quien ya no verá más el sol salir

¡No!
Él no vuelve más a casa
¡No!
No creo en sus lágrimas
Esos mensajes tan comunes
Para quien ya no verá más el sol salir

Escrita por: Bruno Ricardi / Diego Inhof