Máscaras
No teatro a cortina fechou
Levando o seu personagem
No espelho você se encarou
Viu sair a maquiagem
Com a máscara caída
Reflexo da sua vaidade
Sentindo a essência perdida
Da vida sem caridade
E agora o que vai sobrar?
Se não gostar do que vê
Se o que viu foi você?
E agora não adianta ser alguém
Se você não entender
Que sozinhos não somos ninguém
Entender o que é divino
A razão da ferida
Na comunhão do seu destino
Ao milagre da sua vida
A verdade absoluta
Só aparece no momento da dor
Mesmo que se perca a luta
Haverá salvação no amor
E agora o que vai sobrar?
Se não gostar do que vê
Se o que viu foi você?
E agora não adianta ser alguém
Se você não entender
Que sozinhos não somos ninguém
Caretas
En el teatro el telón se cerró
Llevándose a su personaje
En el espejo te enfrentaste
Viste caer el maquillaje
Con la careta caída
Reflejo de tu vanidad
Sintiendo la esencia perdida
De la vida sin caridad
¿Y ahora qué quedará?
Si no te gusta lo que ves
Si lo que viste fuiste tú
Y ahora no sirve ser alguien
Si no entiendes
Que solos no somos nadie
Comprender lo divino
La razón de la herida
En la comunión de tu destino
Al milagro de tu vida
La verdad absoluta
Solo aparece en el momento del dolor
Aunque se pierda la batalla
Habrá salvación en el amor
¿Y ahora qué quedará?
Si no te gusta lo que ves
Si lo que viste fuiste tú
Y ahora no sirve ser alguien
Si no entiendes
Que solos no somos nadie
Escrita por: Paulinho Venturi