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Purgatorio

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Purgatório

De nada adianta
Procurar algum lugar
Sem razão ou direção da
Ou ao menos onde chegar

Não sabe por onde veio
Nem para onde ir
Mas siga o coveiro
Ou o anjo, sem cair

Não é eterno, nem aleatório
Entre o céu e inferno
O purgatório

Sem falar a vivalma
No fogo da purificação
Quem limpa a alma
E livra da perdição

Não é eterno, nem aleatório
Entre o céu e inferno
O purgatório

A angustia me toma
Deito-me na cama, entro em coma
Mas por quê? Será que devo abrir os olhos?
E ver para crer

Como um relógio a cada segundo
É necessário, cada momento do mundo

Purgatorio

De nada sirve
Buscar algún lugar
Sin razón o dirección
O al menos a dónde llegar

No sabe de dónde vino
Ni hacia dónde ir
Pero sigue al sepulturero
O al ángel, sin caer

No es eterno, ni aleatorio
Entre el cielo e infierno
El purgatorio

Sin mencionar a nadie
En el fuego de la purificación
Quien limpia el alma
Y libra de la perdición

No es eterno, ni aleatorio
Entre el cielo e infierno
El purgatorio

La angustia me consume
Me acuesto en la cama, entro en coma
Pero ¿por qué? ¿Debo abrir los ojos?
Y ver para creer

Como un reloj a cada segundo
Es necesario, cada momento del mundo

Escrita por: Ângelo Suriani / Arthur Santos / Douglas Damasceno / Tiago Mota