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El Bar de Beto

Expresso Tchê

Buteco do Beto

Eu sou do tempo de comprar meia de canha
Meio quilo de arroz e a farinha da campanha
Um fumo em rama, "vinte e cindo de vermut"
Escorado no balcão, aqui tudo se discute

Tem moça linda e fofoca "das vizinhas"
Cardeneta, pão-cabrito, feijão preto e paçoquinha
tem papo sério e furado de montão
Esse é o "buteco" do Beto encravado no rincão
"Buteco" do Beto, "buteco" do Beto
É no "buteco" do Beto, "buteco" do Beto, "buteco"

Muitos negócios são fechados no balcão
No grito de "tá agarrado", nem carece um escrivão
E um parceiro que se "engorda" meio cedo
É pra um recanto debaixo "dum alvoredo"

É lá nos fundos é um culo ou é sorte
Orelhando um truco certo no meio de um vento norte
Tem papo sério e furado de montão
Esse é o "buteco" do Beto encravado do rincão

El Bar de Beto

Soy de la época de comprar media botella de caña
Medio kilo de arroz y la harina de la campaña
Un tabaco en rama, 'veinticinco de vermú'
Apoyado en la barra, aquí todo se discute

Hay chicas lindas y chismes 'de las vecinas'
Cartera, pan de cabrito, frijoles negros y maní
hay charlas serias y sin sentido de montón
Este es el 'bar' de Beto enclavado en el rincón
'Bar' de Beto, 'bar' de Beto
Es en el 'bar' de Beto, 'bar' de Beto, 'bar'

Muchos negocios se cierran en la barra
A gritos de 'está agarrado', ni hace falta un escribano
Y un amigo que se 'engorda' temprano
Es para un rincón bajo 'de un alboroto'

Es allá en los fondos, es un culo o es suerte
Escuchando un truco seguro en medio de un viento norte
Hay charlas serias y sin sentido de montón
Este es el 'bar' de Beto enclavado en el rincón

Escrita por: CELSO DORNELLES / Gabriel Do Expresso / Gasparzinho