Desconectado
Mãos ainda cerradas na terra
Estado mental fragmentado
Exclusão de pensamentos
Apagando o pouco que resta
A voz que estava me incomodando
Sempre perto de mim
Chamando-me para o vazio
Já não se ouve mais
Uma desolação da consistência
Sentimentos se distanciam
Elimine a resposta
E nada será lembrado
Ouço dizer sobre um lugar melhor
Minha sanidade se esvai
Meus pensamentos se desgastam
Desencadeando o que não deveria
Bem perto de estar próximo da liberdade
Me aproximando da luz prometida
Infelizmente era uma prisão adornada com esplendor
Não restou mais nada
Uma manifestação da indiferença
Promessas foram desfeitas
Caminhando por ruas sem luz
Perdendo o que sobrou da razão
Sob o governo do tempo
O mesmo sempre iludiu
Não há respostas
Nunca houve perguntas
A cosmovisão sob o olhar de uma vida
Um cotidiano de uma alma
Uma estagnação da existência
Tudo acabará antes que perceba
Permanecendo-se nas sombras
É assim que tudo termina
Esperando pelo último vislumbre
Uma memória ainda queimada pelo remorso
No aguardo por algumas palavras
A loucura se desencadeia
Ruas doentes
A ilusão da paz
Um problema sem solução
Apenas uma solução temporária
Derrubado no chão
A paz interior decai lentamente
Meus desejos se dissiparam
Há uma distorção da realidade
Não se ouve nem o vento soprando
Não há nenhum movimento à minha vista
A paisagem está paralisada
Foi a ilusão de um existente progresso
O suspiro da existência
Navegando por falsas memórias
As distâncias ainda são difíceis de distinguir
Nunca houve uma solução
Atraído pela presença do vento
Minhas memórias vão embora
A luz cruzando o céu me deslumbra
O caminho para a loucura finalmente se abre
Uma vida completa para esquecer ao longo do tempo
O nada é desenhado ao meu redor
Um caminho vem se repetindo todos os dias
Mas eu sei a verdade
Em corredores vazios
Tudo vai ficando cada vez mais frio
O silêncio prevalece
Continuo a procurar no escuro
Agarrando sonhos desbotados
A ansiedade preenche minha mente
Talvez esteja perto do meu propósito
No fundo você sempre soube
Como as últimas folhas do outono
O passado está gritando com uma convicção
A caminhada parece tão interminável
Mas é como se tudo fosse terminar nos próximos segundos
Em meio ao silêncio
A realidade vai se corroendo cada vez mais
Eu estava lá há pouco tempo
Agora não há mais nada
Está consumado
Desconectado
Manos aún cerradas en la tierra
Estado mental fragmentado
Exclusión de pensamientos
Borrando lo poco que queda
La voz que me molestaba
Siempre cerca de mí
Llamándome hacia el vacío
Ya no se escucha más
Una desolación de la consistencia
Sentimientos se distancian
Elimina la respuesta
Y nada será recordado
Escucho sobre un lugar mejor
Mi cordura se desvanece
Mis pensamientos se desgastan
Desencadenando lo que no debería
Cerca de estar próximo a la libertad
Acercándome a la luz prometida
Lamentablemente era una prisión adornada con esplendor
No quedó nada
Una manifestación de la indiferencia
Promesas incumplidas
Caminando por calles sin luz
Perdiendo lo que quedó de la razón
Bajo el gobierno del tiempo
Siempre engañando
No hay respuestas
Nunca hubo preguntas
La cosmovisión bajo la mirada de una vida
Un cotidiano de un alma
Una estancamiento de la existencia
Todo terminará antes de que te des cuenta
Permaneciendo en las sombras
Así es como todo termina
Esperando el último destello
Un recuerdo aún quemado por el remordimiento
Esperando algunas palabras
La locura se desencadena
Calles enfermas
La ilusión de la paz
Un problema sin solución
Solo una solución temporal
Derribado en el suelo
La paz interior decae lentamente
Mis deseos se disiparon
Hay una distorsión de la realidad
No se escucha ni el viento soplando
No hay movimiento a la vista
El paisaje está paralizado
Fue la ilusión de un progreso existente
El suspiro de la existencia
Navegando por falsos recuerdos
Las distancias aún son difíciles de distinguir
Nunca hubo una solución
Atraído por la presencia del viento
Mis recuerdos se van
La luz cruzando el cielo me deslumbra
El camino hacia la locura finalmente se abre
Una vida completa para olvidar con el tiempo
La nada se dibuja a mi alrededor
Un camino se repite todos los días
Pero sé la verdad
En pasillos vacíos
Todo se vuelve cada vez más frío
El silencio prevalece
Sigo buscando en la oscuridad
Aferrándome a sueños descoloridos
La ansiedad llena mi mente
Tal vez esté cerca de mi propósito
En el fondo siempre lo supiste
Como las últimas hojas del otoño
El pasado grita con convicción
La caminata parece interminable
Pero parece que todo terminará en los próximos segundos
En medio del silencio
La realidad se desmorona cada vez más
Estuve allí hace poco tiempo
Ahora no hay nada
Está consumado