Janela
Água benta prateada, que escorre do céu cinzento
Me provoca o pensamento ao olhar pela janela
Ali vejo uma tela, pintada na perfeição
Que somente o patrão do céu seria capaz
De dar tanta beleza aos olhos desse peão
Nos momentos de alegria, nas horas de solidão.
Janela espelho da calma
Janela dos sonhos meus
Janela portal da alma
Onde me encontro com Deus
Hoje me encontro janela em tua frente sentado
Solito, ensimesmado desvendando os teus segredos
Conheces os meus medos nas horas de precisão
Me estendes a tua mão, eu nunca estou sozinho
Me mostras o caminho, que é a tua estrada
Me das o teu carinho paisagem abençoada.
Ventana
Agua bendita plateada, que cae del cielo gris
Provoca mis pensamientos al mirar por la ventana
Allí veo un cuadro, pintado a la perfección
Que solo el patrón del cielo sería capaz
De dar tanta belleza a los ojos de este peón
En momentos de alegría, en horas de soledad.
Ventana espejo de la calma
Ventana de mis sueños
Ventana portal del alma
Donde me encuentro con Dios
Hoy me encuentro sentado frente a ti, ventana
Solo, ensimismado descubriendo tus secretos
Conoces mis miedos en momentos de necesidad
Me extiendes tu mano, nunca estoy solo
Me muestras el camino, que es tu sendero
Me das tu cariño, paisaje bendecido.
Escrita por: Fabrício Luíz