Diário de Nossos Dias
Me disseram que os direitos são iguais
Independente de raça, crédo, classe e cor.
Me falaram que os meus dedos não são iguais,
Mas que há pessoas que ainda morrem por amor.
E onde estão os meus semelhantes quando preciso de alguém?
E onde estão os meus semelhantes quando preciso de alguém?
Não os encontrei, não os encontrei.
Há pessoas que choram de fome,
Há pessoas que o mal consome,
E há pessoas que se fartam sem nada à fazer.
Há crianças que não vão à escola,
Pais de família que pedem esmola,
Se humilhando à sociedade pra que os filhos tenham o que comer.
E onde estão os meus semelhantes quando preciso de alguém?
E onde estão os meus semelhantes quando preciso de alguém?
Não os encontrei,
(Onde estão as pessoas, onde é que estão?
Onde estão as pessoas semelhantes são?
Onde estão as pessoas, onde é que estão?)
Não os encontrei,
(Onde estão as pessoas, onde é que estão?)
Não encontrei,
(Onde estão as pessoas semelhantes são?)
Não encontrei,
(Onde estão as pessoas, onde é que estão?)
Não!
Diario de Nuestros Días
Me dijeron que los derechos son iguales
Independientemente de raza, credo, clase y color.
Me dijeron que mis dedos no son iguales,
Pero que aún hay personas que mueren por amor.
¿Y dónde están mis semejantes cuando necesito a alguien?
¿Y dónde están mis semejantes cuando necesito a alguien?
No los encontré, no los encontré.
Hay personas que lloran de hambre,
Hay personas que el mal consume,
Y hay personas que se sacian sin hacer nada.
Hay niños que no van a la escuela,
Padres de familia que piden limosna,
Humillándose ante la sociedad para que sus hijos tengan qué comer.
¿Y dónde están mis semejantes cuando necesito a alguien?
¿Y dónde están mis semejantes cuando necesito a alguien?
No los encontré,
(¿Dónde están las personas, dónde están?
¿Dónde están las personas semejantes son?
¿Dónde están las personas, dónde están?)
No los encontré,
(¿Dónde están las personas, dónde están?)
No encontré,
(¿Dónde están las personas semejantes son?)
No encontré,
(¿Dónde están las personas, dónde están?)
¡No!
Escrita por: Ronaldo Espindula