395px

Barquito de Papel

Falante

Barquinho de Papel

Vai, que ninguém nasce pra se esconder!
Por mais que seja ruim, pra que te aborrecer?
Vou deixar.
Quem sou eu pra te prender?
Pra falar, pra arriscar, seja livre até pra se perder!
Quem sabe me envergonhar, me expor...me diz, então, pra quê?
Eu sei, já é tarde pra eu tentar dizer, mas nada muda o nosso jeito de ser.
Vai que te acontece algo, como vai ser?
Quem vai te ajudar?
Como é que eu vou fazer pra saber, te encontrar?
Me entende?
Cê não vai ligar, dar sinal de vida, que eu sei!
Quem sabe me envergonhar, me expor...me diz então pra quê?
Eu sei já é tarde pra eu tentar dizer, mas nada muda nosso jeito de ser, e eu só quero seu bem.
É duro pra mim te ver partir porque você é uma parte de mim e eu sou um limite pra você.

Barquito de Papel

Vamos, que nadie nace para esconderse
Por más que sea malo, ¿para qué amargarse?
Voy a dejarlo
¿Quién soy yo para retenerte?
Para hablar, para arriesgar, ¡sé libre incluso para perderte!
Quién sabe si me avergüenza, me expongo... dime, ¿para qué?
Sé que ya es tarde para intentar decirlo, pero nada cambia nuestra forma de ser.
¿Qué pasa si te sucede algo, cómo será?
¿Quién te ayudará?
¿Cómo haré para saber, para encontrarte?
¿Me entiendes?
¡No vas a llamar, dar señales de vida, lo sé!
Quién sabe si me avergüenza, me expongo... dime entonces, ¿para qué?
Sé que ya es tarde para intentar decirlo, pero nada cambia nuestra forma de ser, y solo quiero tu bien.
Es duro para mí verte partir porque eres una parte de mí y yo soy un límite para ti.

Escrita por: