Alvorada
Apenas rompe a aurora
Em Ti eu penso, ó Deus
E a Ti levanto logo
Os lassos olhos meus
Minha alma tão sequiosa
Por seu Deus suspirou
Até meu ser inteiro
Com ânsia o desejou
Em terra mui deserta
E cheia de aridez
Em que não há estrada
E em que nem água vês
A Tua fortaleza
Desejo ver aqui
E Teu poder e glória
Como eu no templo vi
Tu tens misericórdia
Que excede a tudo que há
Por isso a minha boca
Teu nome louvará
Durante a vida inteira
Te quero engrandecer
E ao céu, para invocar-Te
Humildes mãos erguer
Amém!
Amanecer
Apenas rompe el amanecer
En Ti pienso, oh Dios
Y hacia Ti elevo pronto
Mis cansados ojos
Mi alma tan sedienta
Suspiró por su Dios
Hasta que todo mi ser
Con ansias lo deseó
En tierra muy desierta
Y llena de aridez
Donde no hay camino
Y donde ni agua ves
Tu fortaleza
Deseo ver aquí
Y tu poder y gloria
Como en el templo vi
Tienes misericordia
Que excede a todo lo que hay
Por eso mi boca
Alabará tu nombre
Durante toda la vida
Quiero exaltarte
Y al cielo, para llamarte
Elevar humildes manos
Amén!
Escrita por: Antônio Pereira de Souza Caldas