Medley MPB 2.0: Lisboa / Poema / Resposta
Eu vejo tua cara e teu querer perverso
A gente fica bem aqui no chão da sala
Eu te queria a vida toda, te confesso
Por mim, a gente nem precisa mais da estrada
Eu vejo você longe, eu quero você perto
Fica na minha sombra, eu posso ser teu rastro
Não quero tu na linha, Vivo, morto ou Claro
Eu quero tu na minha boca
E a minha boca quer você
A minha boca quer você
Fala pra mim que é real
Que eu te prometo o meu melhor
Fala pra mim o que eu quero ouvir
Que tu sentiu o que eu senti
Eu vejo tua cara e teu querer perverso
A gente fica bem aqui no chão da sala
Eu te queria a vida toda, te confesso
Por mim, a gente não precisa mais da estrada
Eu te vejo longe, eu quero você perto
Fica na minha sombra, eu posso ser teu rastro
Não quero tu na linha, Vivo, morto ou Claro
Eu quero tu na minha boca
E a minha boca quer você
A minha boca quer você
A minha boca quer você
(Deu pra entender?)
(Como é que a gente cresce tão rápido né?)
(Hoje eu acordei assim, ó)
Eu hoje tive um pesadelo e levantei atento, a tempo
Eu acordei com medo e procurei no escuro alguém com seu carinho
E lembrei de um tempo
Porque o passado me traz uma lembrança
Do tempo que eu era criança
E o medo era motivo de choro
Desculpa pra um abraço ou um consolo
Hoje eu acordei com medo, mas eu não chorei
Nem reclamei abrigo
Do escuro, eu via um infinito sem presente
Passado ou futuro
Senti um abraço forte, já não era medo
Era uma coisa sua que ficou em mim que não tem fim
De repente, a gente vê que perdeu
Ou está perdendo alguma coisa
Morna e ingênua
Que vai ficando no caminho
Que é escuro e frio, mas também bonito
Porque é iluminado
Pela beleza do que aconteceu há minutos atrás
Eu hoje tive um pesadelo e levantei atento, a tempo
Eu acordei com medo e procurei no escuro alguém com seu carinho
E lembrei de um tempo
Porque o passado me traz uma lembrança
Do tempo que eu era criança
E o medo era motivo de choro
Desculpa para um abraço, um consolo
(Felipe Amorim! MPB)
Bem mais que o tempo que nós perdemos
Ficou pra trás também o que nos juntou
Ainda lembro que eu estava lendo
Só pra saber o que você achou dos versos que eu fiz
E ainda espero resposta
Desfaz o vento o que há por dentro
Desse lugar que ninguém mais pisou
Você tá vendo o que tá acontecendo?
Nesse caderno sei que ainda estão
Os versos seus
Tão meus, que peço
Nos versos meus
Tão seus, que esperem que os aceite
Em paz, eu digo que eu sou
O antigo do que vai adiante
Sem mais, eu fico onde estou
Prefiro continuar distante
Em paz, eu digo que eu sou
O antigo do que vai adiante
Sem mais, eu fico onde estou
Prefiro continuar distante
(Escuta isso aqui ó, bem mais que o tempo que nós perdemos)
(Ficou pra trás também o que nos juntou)
(Ainda lembro que tá valendo, só pra saber o que tu achou)
(Dos versos meus, dos versos seus)
Em paz, eu digo que eu sou
O antigo do que vai adiante
Sem mais, eu fico onde estou
Prefiro continuar distante, distante, distante
Medley MPB 2.0: Lisboa / Poema / Respuesta
Yo veo tu cara y tu deseo perverso
Aquí estamos bien, en el suelo de la sala
Te quise toda la vida, te confieso
Para mí, ya no necesitamos más el camino
Yo te veo lejos, quiero que estés cerca
Quédate en mi sombra, puedo ser tu rastro
No quiero que estés en la línea, Vivo, muerto o Claro
Quiero que estés en mi boca
Y mi boca te quiere
Mi boca te quiere
Dime que es real
Que te prometo lo mejor de mí
Dime lo que quiero escuchar
Que sentiste lo que yo sentí
Yo veo tu cara y tu deseo perverso
Aquí estamos bien, en el suelo de la sala
Te quise toda la vida, te confieso
Para mí, ya no necesitamos más el camino
Te veo lejos, quiero que estés cerca
Quédate en mi sombra, puedo ser tu rastro
No quiero que estés en la línea, Vivo, muerto o Claro
Quiero que estés en mi boca
Y mi boca te quiere
Mi boca te quiere
Mi boca te quiere
(¿Se entendió?)
(¿Cómo es que crecemos tan rápido, no?)
(Hoy me desperté así, ó)
Hoy tuve una pesadilla y me levanté atento, a tiempo
Desperté con miedo y busqué en la oscuridad a alguien con tu cariño
Y recordé un tiempo
Porque el pasado me trae un recuerdo
Del tiempo en que era niño
Y el miedo era motivo de llanto
Una excusa para un abrazo o un consuelo
Hoy desperté con miedo, pero no lloré
Ni pedí refugio
De la oscuridad, veía un infinito sin presente
Pasado o futuro
Sentí un abrazo fuerte, ya no era miedo
Era algo tuyo que quedó en mí que no tiene fin
De repente, vemos que hemos perdido
O estamos perdiendo algo
Tibio e ingenuo
Que se va quedando en el camino
Que es oscuro y frío, pero también bonito
Porque está iluminado
Por la belleza de lo que pasó hace minutos
Hoy tuve una pesadilla y me levanté atento, a tiempo
Desperté con miedo y busqué en la oscuridad a alguien con tu cariño
Y recordé un tiempo
Porque el pasado me trae un recuerdo
Del tiempo en que era niño
Y el miedo era motivo de llanto
Una excusa para un abrazo, un consuelo
(Felipe Amorim! MPB)
Mucho más que el tiempo que perdimos
También quedó atrás lo que nos unió
Aún recuerdo que estaba leyendo
Solo para saber qué pensabas de los versos que hice
Y aún espero respuesta
Deshace el viento lo que hay por dentro
De este lugar que nadie más pisó
¿Ves lo que está pasando?
En este cuaderno sé que aún están
Tus versos
Tan míos, que pido
En mis versos
Tan tuyos, que espero que los aceptes
En paz, digo que soy
El antiguo de lo que va adelante
Sin más, me quedo donde estoy
Prefiero seguir distante
En paz, digo que soy
El antiguo de lo que va adelante
Sin más, me quedo donde estoy
Prefiero seguir distante
(Escucha esto, ó, mucho más que el tiempo que perdimos)
(También quedó atrás lo que nos unió)
(Aún recuerdo que vale, solo para saber qué pensaste)
(De mis versos, de tus versos)
En paz, digo que soy
El antiguo de lo que va adelante
Sin más, me quedo donde estoy
Prefiero seguir distante, distante, distante
Escrita por: Nando Reis, Cazuza, Samuel Rosa, Frejat, Paulo Novaes, Ana Clara Caetano