Samba Boêmio Sobre Desilusões
Posturada e calma
Ainda perdura a sua pergunta
Por mais que fez-se chuva
Ainda podia segurar?
A sua corrente já quebrou há meses
Quem dera uma fita visse aí e consertar
Via em telas, propagandas e jornais
Si mesmo não se via mais
Porém, tentou se convencer
Outra ajuda rejeitou
Tão pouco comparou nos outros
O que vinha morrer
Perdoe a falta de simplicidade
O que você criou já ecoa pela cidade
É triste ver cair de novo aos poucos
O que tanto sonhei
Ou é ou não é
Ou fica ou não fica
Ou vai ou não vai
Oh, lembrei de ti
Ora levanta
Ora reclama
Às vezes me chama
Ontem atendi
Dos teus lençóis eu lavei
Tanto amor que você fez
Senti na pele cada dia
Tudo o que eu passei
Tudo o que eu quis era estar
Mas sem culpa e sem culpar
Até você dizer que não
Da mesma boca ouvi dizer tão forte
Eu te amo até a morte
E falta agora a morte então
Ontem eu lhe vi pairando às poucas e boas
Mas nem me chamou
Nem se importou em se importar
Virou a cara, não vi mais seus olhos
Mesmo que eu já não queria era mais estar
Samba Bohemio Sobre Desilusiones
Posturada y tranquila
Aún persiste tu pregunta
Por más que llovió
¿Aún podías sostener?
Tu cadena ya se rompió hace meses
Ojalá pudiera ver una cinta y arreglar
Veía en pantallas, propagandas y periódicos
A mí mismo ya no me veía
Sin embargo, intentó convencerse
Rechazó otra ayuda
Tan poco comparó con los demás
Lo que venía a morir
Perdona la falta de simplicidad
Lo que creaste ya resuena por la ciudad
Es triste ver caer de nuevo poco a poco
Lo que tanto soñé
O es o no es
O se queda o no se queda
O va o no va
Oh, te recordé
Ahora levanta
Ahora reclama
A veces me llama
Ayer atendí
De tus sábanas lavé
Tanto amor que hiciste
Sentí en la piel cada día
Todo lo que pasé
Todo lo que quise fue estar
Pero sin culpa y sin culpar
Hasta que dijiste que no
De la misma boca escuché decir tan fuerte
Te amo hasta la muerte
Y ahora falta la muerte entonces
Ayer te vi flotando entre lo bueno y lo malo
Pero ni me llamaste
Ni te importó importarte
Le diste la espalda, no vi más tus ojos
Aunque ya no quería, ya no quería estar.
Escrita por: João Zablonski, Felipe Marré