Inrotulados (part. Dutra)
[Dutra]
Estereótipo, é como visões de falsos olhos
Ou a hipnose de um cara fumando ópio
Enquanto você tá fumando eu tô full andando
Sociedade full rótulos, você é full tio e você eu full zelo
Quero que o rap bata no chão do céu
Escalo mais no rap que no rapel
De ideias você é estéril, ótimo
Agora lido com um burro sem carga
Todo esse povo que rotula é uma mancada
Se quiserem sair da ignorância eu dou minha mão pra cada
Nunca acertam batem de cara na trave dou um cheque para calarem a boca se insistirem é xeque mate
Quer rotular? Se tornou rotulado, como mente fraca todo dia, acho barato no super mercado
E pra você que gosta de estereótipo e de preconceito mostro que muda a cor mas o esqueleto é mesmo
Então acorda estamos só de passagem então não gasta sua vida com tanta futilidade
Pra cada ação terá uma reação se planta rótulos e ódio terá revolta interna e ódio irmão
Não é a sua melanina e o preço do seu carro que julga o seu caráter ou a sua intenção
O dinheiro fascina e muitos vive por essa ilusão
E faço uma alusão hip hop só tem drogado e pobre isso é falta de informação
E quem te rouba é o estado, ricos são deputados, e presidente não votado
Isso você não pensa com seu cérebro atado
Volta pro seu circo e faz sua gracinha no Brasil a pobreza é relacionado a melanina
Muitos rótulos e quem os faz é o sistema você é reconhecido pela sua cor e por suas crenças
Minha crença é não ao ódio, julgam aparência externa esquecem da essência interna humanos se tornam suas pobres ideias
Os valores mais importantes são os reais em que falsos homens falam e não agem pelo seus ideais
Tempos modernos e homens das trevas
Cantam baile favela e esquecem do grande Mandela
[Filipão]
Eles querem minha cabeça, sobre a mesa
Na bandeja, acompanhada de cerveja
Se chama de Deus, seguidores na internet
Discussão na última ceia
Só porque eu to aqui, e evoluir
Mas não confunda porque eu não sou pokemon
Causo estresse, né quem desmerece eu sou assim
Não faço free style com personagem da Nickelodeon
Eu tenho minha própria alfândega
Aqui ninguém vende e nem compra
Controlo a que entra e a que sai
Aqui não é mercadoria de gôndola
Levo em conta, as cotas pra mim, 50% e to na faculdade
Mas tem que assinar o papel de cartório, pra comprovar minha cor de verdade
Que necessidade que tem? Por isso é que vários vem parar aqui no mic
Entende. Não por hype, nem style, mas pra poder contrariar o Denarc
Me coloco no ring e CE toma brutality, e seu ataque vira conversão
No pique musashi, a meta é ser lenda, cês não sabem um terço da minha intenção
Mas que bom, seus astros, vocês não entendem minha constelação
Pega visão, lobo solitário, marketing cara, marco sua cara com minha razão
Vocês não tem razão, a parti do momento que me dão as costas
Oh que bosta, que bosta, argumento de embriagado, fala do meu olha pro seu rabo
Cadela ou porca
Não me importa, ideia torta, sem licença é pé na porta
Fez aposta, na minha derrota, perdeu com minha vitória
Fez manobra, e perdeu as roda, tipo 7 a 1 na copa
Agora se rasteja feito cobra, oh que bosta que bosta
Etiquetados (part. Dutra)
[Dutra]
Estereotipo, es como visiones de falsos ojos
O la hipnosis de un tipo fumando opio
Mientras tú estás fumando, yo estoy caminando a full
Sociedad llena de etiquetas, tú estás lleno de tío y tú de celo
Quiero que el rap golpee en el suelo del cielo
Escalo más en el rap que en el rapel
De ideas eres estéril, genial
Ahora trato con un burro sin carga
Todo este pueblo que etiqueta es un error
Si quieren salir de la ignorancia, les doy mi mano a cada uno
Nunca aciertan, chocan de frente con el poste, les doy un cheque para que cierren la boca, si insisten es jaque mate
¿Quieres etiquetar? Te has vuelto etiquetado, como mente débil todos los días, me parece barato en el supermercado
Y para ti que te gusta el estereotipo y el prejuicio, te muestro que cambia el color pero el esqueleto es el mismo
Así que despierta, estamos solo de paso, así que no gastes tu vida con tanta frivolidad
Por cada acción habrá una reacción, si siembras etiquetas y odio, tendrás revuelta interna y odio, hermano
No es tu melanina ni el precio de tu auto lo que juzga tu carácter o tu intención
El dinero fascina y muchos viven por esa ilusión
Y hago una alusión, el hip hop solo tiene drogadictos y pobres, eso es falta de información
Y quien te roba es el estado, los ricos son los diputados, y el presidente no votado
Eso no lo piensas con tu cerebro atado
Vuelve a tu circo y haz tus payasadas, en Brasil la pobreza está relacionada con la melanina
Muchas etiquetas y quien las hace es el sistema, te reconocen por tu color y por tus creencias
Mi creencia es no al odio, juzgan la apariencia externa, olvidan la esencia interna, los humanos se convierten en sus pobres ideas
Los valores más importantes son los reales en los que los falsos hombres hablan y no actúan según sus ideales
Tiempos modernos y hombres de las tinieblas
Cantan baile favela y olvidan al gran Mandela
[Filipão]
Quieren mi cabeza, sobre la mesa
En la bandeja, acompañada de cerveza
Se hacen llamar Dios, seguidores en internet
Discusión en la última cena
Solo porque estoy aquí, y evoluciono
Pero no confundas porque no soy un Pokémon
Causo estrés, ¿no quien menosprecia? soy así
No hago freestyle con personajes de Nickelodeon
Tengo mi propia aduana
Aquí nadie vende ni compra
Controlo lo que entra y lo que sale
Aquí no es mercancía de estantería
Tomo en cuenta, las cuotas para mí, 50% y estoy en la universidad
Pero hay que firmar el papel de registro, para comprobar mi color de verdad
¿Qué necesidad hay? Por eso es que varios terminan aquí en el micrófono
Entiende. No por moda, ni estilo, sino para poder contradecir al Denarc
Me pongo en el ring y tú recibes brutalidad, y tu ataque se convierte en conversión
Al estilo Musashi, la meta es ser leyenda, ustedes no saben ni la tercera parte de mi intención
Pero qué bien, sus astros, ustedes no entienden mi constelación
Fíjate, lobo solitario, marketing caras, marco tu cara con mi razón
Ustedes no tienen razón, a partir del momento en que me dan la espalda
Qué porquería, qué porquería, argumento de borracho, habla de mí, mírate a ti mismo
Perra o cerda
No me importa, idea torcida, sin permiso es pie en la puerta
Hiciste apuesta, en mi derrota, perdiste con mi victoria
Hiciste maniobra, y perdiste las ruedas, como 7 a 1 en la copa
Ahora te arrastras como culebra, qué porquería qué porquería