Amor de Infância
O tempo só aumenta
Ao te procurar
Lembranças me afligem
Não dá pra apagar
Lembro da escola
Em que eu te vi passar
Pensei "gata eu te quero
Não vou sossegar"
Sentados na calçada
A te admirar
Dizia que me amava
Eu sem acreditar
Distância sobreveio
Pra nos afastar
Supero tua ausência
Ao te imaginar
Amor de infância
É mesmo assim,
É com um sonho
Mas que não tem fim
Por onde tu andas
Preciso saber
Aqui permaneço
Espero você
Ao passo que te espero, me desespero,
Ansiedade se apodera do meu ser.
As feridas abertas no peito,
São aos poucos cicatrizadas
Pela esperança que tenho de te encontrar.
Esperanças essas que são renovadas diariamente
Ao senti-la perto cada vez mais
O que me resta agora? Me entregar a própria sorte? Não
Encaro a vida como um jogo apesar de muitas vezes perder
Encaro como aprendizado,
E como tal aprendi que quando se almeja muito algo
Cedo ou tarde há de se alcançar,
Quando se propuser a correr atrás dos seus ideais
Amor de Infancia
El tiempo solo aumenta
Al buscarte
Recuerdos me afligen
No puedo borrar
Recuerdo la escuela
Donde te vi pasar
Pensé 'nena, te quiero
No me quedaré quieto'
Sentados en la acera
Admirándote
Decías que me amabas
Yo sin creer
La distancia llegó
Para separarnos
Supero tu ausencia
Al imaginarte
Amor de infancia
Es así,
Es como un sueño
Pero que no tiene fin
¿Dónde estás?
Necesito saber
Aquí sigo
Esperándote
Mientras te espero, me desespero,
La ansiedad se apodera de mí.
Las heridas abiertas en el pecho,
Se van cicatrizando poco a poco
Por la esperanza de encontrarte.
Esperanzas que se renuevan a diario
Al sentirte cada vez más cerca
¿Qué me queda ahora? ¿Entregarme al destino? No
Encaro la vida como un juego a pesar de perder muchas veces
Lo veo como aprendizaje,
Y he aprendido que cuando se anhela mucho algo
Tarde o temprano se logrará,
Cuando te propongas perseguir tus ideales
Escrita por: Filipe Verissimo