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Ser Niño

Filosofia Urbana

Ser Criança

Me perdoa mãe, me perdoa pai
Minha infância foi as drogas
Draga escopeta fuzil fal
Meus brinquedos eu ganhei
Fui vapor, soldado eu sonhei
Faculdade, gerência eu pensei
Na sequencia nunca parei
Mano viajei, uma duas três
Perdi minha infância, eu achei
Tristeza, dor por onde eu passei
Fiz amigo, inimigo eu matei
Tive status que nunca sonhei
Vida loca, com os louco aprendi
Sua mãe chora eu vou sorri
Me diz o que ganhei o que perdi
Meus problema minha razão
A revolta, ódio meu coração
O céu não é limite pra ladrão
Sem exceção sem explicação
A revolta e desculpa pra situação
Zé povinho, talarico fala ai jão
Quantos morreram sem perdão
Por ouro prata fank ostentação
Meu rap, sem estilo sem classe
Rima denuncia mistura as base
Studio filosofia face a face

Agente cantar
Agente cantar, infância
Ser criança a velha infância

Pega, pega policia e ladrão
Bandeirinha pipa roda pião
Futebol de campo salão
De quebra gelo coca e limão
Nadar pescar caçar saudade
Hoje é face book, WhatsApp
Celular tablete
Os cavalos mecânico as naves
Brinquedo de derrubar palhaço
Ninguém tem peito de aço
A quem somou fica meu abraço
Amizade sincera, são os laços
Quero o que é meu um espaço
Quem sou eu o que faço
Mais uma história se repete
Ruas de terra, flashback
Da ideia otario, gíria ou dialeto
Carro de fuga, fica esperto
Carro forte. Destino e certo
A vida passa sai de perto
Entre o céu e inferno
Sonho de ladrão e o sucesso
Quero o melhor, não o resto
Não e meu eu não perdi
Quantos querem isso aqui
Prestenção truta desculpa ai
Não estou pronto pra desistir
Desculpa pai se não vou mais sorri
Minha mãe sempre ore por mim

Ser Niño

Me perdona mamá, me perdona papá
Mi infancia fue las drogas
Droga, escopeta, fusil, hablan
Mis juguetes los gané
Fui vapor, soñé ser soldado
Universidad, gerencia pensé
En secuencia nunca paré
Hermano, viajé, una, dos, tres
Perdí mi infancia, encontré
Tristeza, dolor por donde pasé
Hice amigo, enemigo maté
Tuve estatus que nunca soñé
Vida loca, con los locos aprendí
Tu madre llora, yo voy a sonreír
Dime qué gané, qué perdí
Mis problemas, mi razón
La revuelta, odio en mi corazón
El cielo no es límite para ladrón
Sin excepción, sin explicación
La revuelta y disculpa para la situación
Zé povinho, talarico, habla ahí, hermano
¿Cuántos murieron sin perdón?
Por oro, plata, funk, ostentación
Mi rap, sin estilo, sin clase
Rima denuncia, mezcla las bases
Estudio filosofía cara a cara

Nosotros cantamos
Nosotros cantamos, infancia
Ser niño, la vieja infancia

Atrapar, atrapar, policía y ladrón
Bandera, cometa, trompo
Fútbol de campo, fútbol sala
De rompehielos, coca y limón
Nadar, pescar, cazar, nostalgia
Hoy es Facebook, WhatsApp
Celular, tableta
Los caballos mecánicos, las naves
Juego de derribar payasos
Nadie tiene pecho de acero
A quien sumó, le doy mi abrazo
Amistad sincera, son los lazos
Quiero lo que es mío, un espacio
¿Quién soy yo, qué hago?
Otra historia se repite
Calles de tierra, flashback
De la idea tonta, jerga o dialecto
Coche de fuga, estate alerta
Carro blindado, destino seguro
La vida pasa, aléjate
Entre el cielo e infierno
Sueño de ladrón y éxito
Quiero lo mejor, no el resto
No es mío, no perdí
¿Cuántos quieren esto aquí?
Atención, hermano, disculpa ahí
No estoy listo para rendirme
Perdón papá si ya no voy a sonreír
Mi madre siempre reza por mí

Escrita por: Jairo Martins Alves