O Dito Cujo
Jamais voltarei em teu céu
Se ele rir pra mim, meu bem, denuncio.
Eu confesso, minha paz já voltou e assim, logo assim, chegará a você.
Não dá mais pra 'vai com Deus'
O dito cujo se foi: Paz!
E eu bem sei que não se foi pra voltar logo ao espaço em que desejei
Olha o lado de cá, eu não o caço, eu nunca jurei.
Eu com minha alma verdadeira, solitária de ninguém dizia:
Por que o tambor é da flor?
Por que o tambor é da flor?
Mais um que cumpre sem pensar, pensa sem dizer.
O que desatei não reguardo na memória.
E o que eu faço com essa história que fiz bem?
Ou fiz mal em ter em um segundo a mais 'perfeição do amor'?
O Dito Cujo...
Não se foi pra voltar logo ao espaço em que desejei
Olha o lado de cá, eu não o caço, eu nunca jurei.
Deito no chão e me mordo com vontade açucar.
Dá medo em vão?
Não importa, o sentimento é meu.
El Mismo de Siempre
Nunca volveré a tu cielo
Si se ríe de mí, cariño, lo denuncio.
Confieso, mi paz ha regresado y así, justo así, llegará a ti.
Ya no puedo decir 'vete con Dios'
El mismo de siempre se fue: ¡Paz!
Y sé bien que no se fue para regresar pronto al lugar que deseaba
Mira este lado, no lo persigo, nunca lo juré.
Con mi alma verdadera, solitaria de nadie decía:
¿Por qué el tambor es de la flor?
¿Por qué el tambor es de la flor?
Uno más que cumple sin pensar, piensa sin decir.
Lo que desaté no lo guardo en la memoria.
¿Y qué hago con esta historia que hice bien?
¿O hice mal en tener en un segundo más 'la perfección del amor'?
El Mismo de Siempre...
No se fue para regresar pronto al lugar que deseaba
Mira este lado, no lo persigo, nunca lo juré.
Me acuesto en el suelo y me muerdo con ganas de azúcar.
¿Da miedo en vano?
No importa, el sentimiento es mío.
Escrita por: Fellipe Mesquita