Retrocado a Eles
Não, eles não sabem
E acho que não podem nem ouvir, ver, sentir
Eles não sabem o que é sofrer
Pagar com dor direito de escolher
Acho que não conhecem bem a história do pais
Eles deveriam dar suas limpas mãos
E festejar o fim da repressão
Mas querem ver ditar velho controle
Sim, isso é verídico
Mas pode-se também dizer ridículo
Trazem no peito o bem que querem ter
Nada além da mão do seu poder
Não acreditam quanto é forte a chuva que é pra todos
O barco é o mesmo e é a mesma exploração
Eles não têm o mal no coração
Mas contrariam seus próprios versículos
Quem forjou o mito?
Pra Amazônia verde se despir
Acho que eles não lembram dessas deseranças
Grileiros, empreiteiros assassinos
Filhos do golpe baixo dessa retrovolução
Velhos projetos novos feios montes
Eles devastam povos e a floresta
Manutenção da sua patriocracia
Retrocado a Ellos
No, ellos no saben
Y creo que no pueden ni escuchar, ver, sentir
Ellos no saben lo que es sufrir
Pagar con dolor el derecho de elegir
Creo que no conocen bien la historia del país
Deberían limpiar sus manos
Y celebrar el fin de la represión
Pero quieren seguir dictando viejo control
Sí, eso es verídico
Pero también se puede decir ridículo
Llevan en el pecho el bien que quieren tener
Nada más que la mano de su poder
No creen cuán fuerte es la lluvia que es para todos
El barco es el mismo y es la misma explotación
No tienen maldad en el corazón
Pero contradicen sus propios versículos
¿Quién forjó el mito?
Para desnudar la Amazonía verde
Creo que no recuerdan estas desgracias
Grileiros, contratistas asesinos
Hijos del golpe bajo de esta retrovolución
Viejos proyectos nuevos feos montes
Ellos devastan pueblos y la selva
Mantenimiento de su patriocracia
Escrita por: Flávio Vasconcelos