395px

Mau Criado de Drum'n Base

Folcore

Drum'n Base Mau Criado

Vou cantar vou cantar
Drum'n Base mau criado
Que um cantador invocado
Me ensinou o bê-á-bá
Vou cantar vou cantar

É de lado é de frente
É no cabelo é no pente
Embolo com meu repente
Onde o nego me botar

Pode vim de lá pra cá
Que sua cara num nega
Anda lhe faltando prega
Naquele canto de lá

Naquele canto não falta
Prego nem prega e cebola
E no seu tá cheio de rola
Que é da sua mulher criar

A família desse homem
É toda amaldiçoada
Nunca pegou na enxada
Num sabe o que é trabalhar

A mãe desse condenado
Foi um dia na feira
Que engoliu uma macaxeira
Do povo num acreditar

Minha mãe foi lá na feira
Adivinha quem tava lá
Sua mãe dando a goiaba
De graça pra quem passar

Esse homem é amaldiçoado
E é doido da cachola
Roubou a cama de mola
Da ceguinha se deitar

Esse outro infeliz
Num presta desde pequeno
Ruim que só a gota sereno
Rapariga de azar

Tu arde que nem cebola
Mas parece um baitola
É um criador de rola
Do pior tipo que há

Tu tira onda que canta
Mas num canta quase nada
Tua boca é travada
De tanto dentro levar

Lagartixa que te ama
Namorador de jumenta
Tu parece ter pimenta
No buraco de cagar

Tua cara é muito feia
É de batata estragada
Cara de areia mijada
E com dente de preá

Desertor de cemitério
Fôrma de fazer macaco
Trambiqueiro puxa saco
Do primeiro que passar

Venta de telha emborcada
Pitôco de cabaré
Sobrancelha de caboré
E besta como aruá

Tu vive desarrumado
Pinguelo de arapuca
Tem um caroço na nuca
Que é de tanto se abaixar

Esse bicho é malcriado
Medroso que nem sagüi
Papangú do cariri
Cururu do Quixadá

Pescoço de garrafão
Toco de amarrar jegue
Se num for viado eu cegue
Lá em Belém do Pará

Mau Criado de Drum'n Base

Voy a cantar, voy a cantar
Mau criado de Drum'n Base
Que un cantor enojado
Me enseñó el abecedario
Voy a cantar, voy a cantar

Es de lado, es de frente
Es en el cabello, es en el peine
Enredo con mi repentismo
Donde el negro me ponga

Puede venir de allá para acá
Que tu cara no lo niega
Anda faltándote agallas
En aquel rincón de allá

En aquel rincón no falta
Clavo ni clavija y cebolla
Y en el tuyo está lleno de pollas
Que es de tu mujer criar

La familia de este hombre
Está toda maldecida
Nunca agarró una azada
No sabe lo que es trabajar

La madre de este condenado
Fue un día a la feria
Que se tragó una mandioca
La gente no lo cree

Mi madre fue a la feria
Adivina quién estaba allí
Tu madre dando la guayaba
Gratis para quien pase

Este hombre está maldecido
Y está loco de remate
Robó la cama de muelles
Para que se acueste la ciega

Este otro infeliz
No sirve desde pequeño
Malo como la gota serena
Ramera de mala suerte

Ardes como cebolla
Pero pareces un marica
Eres un criador de pollas
Del peor tipo que hay

Te la das de cantante
Pero casi no cantas nada
Tu boca está trabada
De tanto aguantar por dentro

Lagartija que te ama
Enamorado de yegua
Pareces tener pimienta
En el agujero de cagar

Tu cara es muy fea
Es de papa podrida
Cara de arena mojada
Y con dientes de guagua

Desertor de cementerio
Molde para hacer mono
Estafador lameculos
Del primero que pase

Vientre de teja volteada
Pitoco de burdel
Ceja de caboré
Y tonto como aruá

Vives desordenado
Colgajo de trampa
Tienes un bulto en la nuca
De tanto agacharte

Este bicho es malcriado
Miedoso como un tití
Papangú del Cariri
Cururu del Quixadá

Cuello de garrafón
Taco para atar burro
Si no es marica, me ciego
En Belém do Pará

Escrita por: