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Sin Protocolo

Francisco Alves

Sem Protocolo

Quase nua, quase morta, tu bateste em minha porta
E eu te dei pão e amor
Reparti meu travesseiro e em meu leito de solteiro
Entrou do Sol o calor

Quase nua, quase morta, tu bateste em minha porta
E eu te dei pão e amor
Reparti meu travesseiro e em meu leito de solteiro
Entrou do Sol o calor

Hoje despertei sorrindo, sem saber que ias fugindo
Fugindo sem despedida
E a porta por onde entrastes nem ao menos tu fechastes
No momento da saída

Se eu estivesse acordado talvez ficasse calado
Pois não me ofende o teu gesto
Não penses que eu me consolo, quem entrou sem protocolo
Pode sair sem protesto

Quase nua, quase morta, tu bateste em minha porta
E eu te dei pão e amor
Reparti meu travesseiro e em meu leito de solteiro
Entrou do Sol o calor

Sin Protocolo

Casi desnuda, casi muerta, tocaste a mi puerta
Y yo te di pan y amor
Compartí mi almohada y en mi cama de soltero
Entró el calor del sol

Casi desnuda, casi muerta, tocaste a mi puerta
Y yo te di pan y amor
Compartí mi almohada y en mi cama de soltero
Entró el calor del sol

Hoy desperté sonriendo, sin saber que ibas huyendo
Huyendo sin despedida
Y la puerta por donde entraste ni siquiera cerraste
En el momento de la salida

Si hubiera estado despierto tal vez me quedaría callado
Porque no me ofende tu gesto
No pienses que me consuelo, quien entró sin protocolo
Puede salir sin protesto

Casi desnuda, casi muerta, tocaste a mi puerta
Y yo te di pan y amor
Compartí mi almohada y en mi cama de soltero
Entró el calor del sol

Escrita por: David Nasser, Chico Viola