Dor Oculta
Não ligas a minha mágoa!
Muito embora, cheios d'água
Que meus olhos queiram chorar!
Não olhes este sorriso que trago
Porque preciso a minha dor ocultar!
Não te importo que se faça!
Tu deixas que eu me desfaça
Sempre ocultando está dor!
Está mágoa carcereira
Que fez de prisioneira
Minha alma, todo amor
Eu vejo que as outras façam
Como as aves que se esvoaçam!
Sorrindo a quem lhes quer bem
Cada qual vai mais que um ente!
E eu, sorrio indiferente
Sem sorrir para ninguém
Eu vivo nesta amargura!
Tamanha doa te criatura
Sem ter migalha de amor!
Teu amigo vive tão triste
Adora aquilo que existe
Como perfume da flor!
Não te importo que se faça!
Tu deixas que eu me desfaça
Sempre ocultando está dor!
Está mágoa carcereira
Que fez de prisioneira
Minha alma, todo amor!
Dolor Oculto
No te importa mi dolor!
Aunque esté lleno de lágrimas
Que mis ojos quieran llorar!
No mires esta sonrisa que traigo
Porque necesito ocultar mi dolor!
No te importa lo que pase!
Dejas que me desmorone
Siempre ocultando este dolor!
Esta tristeza carcelaria
Que hizo prisionera
Mi alma, todo amor
Veo cómo las demás lo hacen
Como aves revoloteando!
Sonriendo a quienes las quieren
Cada una va más allá de un ser!
Y yo, sonrío indiferente
Sin sonreírle a nadie
Vivo en esta amargura!
Tan grande duele, oh criatura
Sin tener ni una pizca de amor!
Tu amigo vive tan triste
Adora lo que existe
Como el perfume de la flor!
No te importa lo que pase!
Dejas que me desmorone
Siempre ocultando este dolor!
Esta tristeza carcelaria
Que hizo prisionera
Mi alma, todo amor!
Escrita por: Dan Mallio Carneiro / Francisco Alves