A mania dessa gente
Que vive sempre a cantar
É exaltar constantemente
As morenas do lugar
No entanto as moreninhas
Cheias de gracilidade
São produto das negrinhas
Alma da brasilidade
Quem foi que ninou o Brasil (foi iáiá)
Quem mais padeceu docemente (foi iáiá)
Portanto no nosso país (oi, iôiô)
Negro também é gente
Quem foi que ninou o Brasil (foi iáiá)
Quem mais padeceu docemente (foi iáiá)
Portanto no nosso país (oi, iôiô)
Negro também é gente
Negro também é gente
Negro também é gente
Negro também é gente
Quem foi que ninou o Brasil (foi iáiá)
Quem mais padeceu docemente (foi iáiá)
Portanto no nosso país (oi, iôiô)
Negro também é gente
Quem foi que ninou o Brasil (foi iáiá)
Quem mais padeceu docemente (foi iáiá)
Portanto no nosso país (oi, iôiô)
Negro também é gente