
Negra Também é Gente
Francisco Alves
A mania dessa gente
Que vive sempre a cantar
É exaltar constantemente
As morenas do lugar
No entanto as moreninhas
Cheias de gracilidade
São produto das negrinhas
Alma da brasilidade
Quem foi que ninou o Brasil (foi iáiá)
Quem mais padeceu docemente (foi iáiá)
Portanto no nosso país (oi, iôiô)
Negro também é gente
Quem foi que ninou o Brasil (foi iáiá)
Quem mais padeceu docemente (foi iáiá)
Portanto no nosso país (oi, iôiô)
Negro também é gente
Negro também é gente
Negro também é gente
Negro também é gente
Quem foi que ninou o Brasil (foi iáiá)
Quem mais padeceu docemente (foi iáiá)
Portanto no nosso país (oi, iôiô)
Negro também é gente
Quem foi que ninou o Brasil (foi iáiá)
Quem mais padeceu docemente (foi iáiá)
Portanto no nosso país (oi, iôiô)
Negro também é gente



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