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Para qué mentir

Francisco Alves

P'ra Que Mentir

Pra que mentir?
A solidão da minha
Fonte de saudade
Veio ferir meu coração
Quando perdí tua amizade

Pra que mentir?
Este poema inebriante
Dos meus ains
Foi inspirado
A luz da Lua
Dentro de um sonho
E nada mais

És para mim um sonho
Que jamais se finda
A iluminar a negra
E fria solidão
És para mim uma
Ventura sempre linda
Em tua sombra eu vejo
A minha inspiração

Pra que mentir?
Esta nevrose sacro-santa
Dos teus beijos
Veio lenir os lábios meus
Amortecidos de desejos

Pra que mentir?
Cego de amor
Deixei minha alma
Semi-louca!
Fui encontrar
A minha cruz
No doce mel
De tua boca

Para qué mentir

Para qué mentir?
La soledad de mi
Fuente de añoranza
Vino a herir mi corazón
Cuando perdí tu amistad

Para qué mentir?
Este poema embriagador
De mis ayes
Fue inspirado
Por la luz de la Luna
Dentro de un sueño
Y nada más

Eres para mí un sueño
Que nunca termina
Iluminando la negra
Y fría soledad
Eres para mí una
Ventura siempre hermosa
En tu sombra veo
Mi inspiración

Para qué mentir?
Esta neurosis sagrada
De tus besos
Vino a calmar mis labios
Entumecidos de deseos

Para qué mentir?
Ciego de amor
Dejé mi alma
Semi-locura!
Fui a encontrar
Mi cruz
En la dulce miel
De tu boca

Escrita por: Milton Amaral