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El amor tatúa cuerpos y almas...

Franklin Mano

O amor tatua corpos e almas...

Eu não imaginei que ia ser assim
Que o nosso amor ia se acabar
Porque há um tempo atrás você tinha me dito
Que seus sentimentos eram tão constantes quanto o sol
E que não havia nada divino ou humano
Nem escuridão que pudesse nos separar
Eu me entreguei por acreditar
Nesse vocabulário inteiro de ilusões e promessas

Porque me disse que era sério?
Que era pra acreditar?
Porque você fingiu, brincou, mentiu?
Partiu se foi sem me avisar!

Agora estou em casa enfrente ao espelho só
Destilando pela pele sentimentos
Pensando em você
Embriagado em lembranças
Dopando de passado
Parece exagero
Mas eu beberia o mundo inteiro de você
Com forças ou não continuaria em pé.

Mas ainda me lembro que você me disse:
"Que o amor tatua corpos e almas"
E deve ser por isso que te sinto aqui
Mesmo querendo não posso te apagar
Porque você flui em mim
Como um doce acorde flui das cordas da guitarra

Amor não me julgue, não faça assim
Pois eu sou apenas um poeta solitário
Vivendo de canções, palavras e letras
Papeis e canetas: elegias e sonetos
Dias e noites se seguem assim...
Amanhã são essas mesmas vinte e quatro horas
Cotidiano eterno, perpetuamente preso pra sempre a você.

El amor tatúa cuerpos y almas...

Eu no imaginé que sería así
Que nuestro amor iba a terminar
Porque hace un tiempo atrás me dijiste
Que tus sentimientos eran tan constantes como el sol
Y que no había nada divino o humano
Ni oscuridad que pudiera separarnos
Me entregué creyendo
En todo ese vocabulario de ilusiones y promesas

¿Por qué dijiste que era en serio?
¿Que tenía que creer?
¿Por qué fingiste, jugaste, mentiste?
¡Te fuiste sin avisar!

Ahora estoy en casa frente al espejo
Destilando por la piel sentimientos
Pensando en ti
Embriagado de recuerdos
Drogándome de pasado
Parece exagerado
Pero bebería el mundo entero de ti
Con fuerzas o no, seguiría de pie

Pero aún recuerdo que me dijiste:
"Que el amor tatúa cuerpos y almas"
Y debe ser por eso que te siento aquí
Aunque quiera, no puedo borrarte
Porque fluyes en mí
Como un dulce acorde fluye de las cuerdas de la guitarra

Amor, no me juzgues, no actúes así
Pues solo soy un poeta solitario
Viviendo de canciones, palabras y letras
Papeles y plumas: elegías y sonetos
Días y noches siguen así...
Mañana serán esas mismas veinticuatro horas
Cotidiano eterno, perpetuamente atado a ti para siempre.

Escrita por: Franklin Emmanuel da Silva Mano