Desencanto
De noite, cansado, sozinho
Eu não sei quem eu sou
Distante, perdido, sem rumo
Pra onde eu vou?
Sem asas, decaído
Sem forças não se levantou
Deitado vendo a lua
Aluou...
Fatos me submetem ao medo
Perdas, equívocos, incertezas...
Um vocabulário inteiro
De palavras conceituais
Aplicadas ao caso concreto
Sobre minha pequeneza
Toda essa abrupta grandeza
Talvez você tivesse me poupado
Se não tivesse tanta frieza
Sorrindo, brincado, fingindo / Meu usou...
Miragens, planos, esperanças
No ato se desperdiçou
A alma tonta desiludida
Por dentro do corpo tombou...
Caindo num oceano frio
As pupilas dilatadas / Inundou
Transbordando, salgando a pele do rosto
Em intensas temperas / Desbotou
Sujando o sentimento puro
E o revirando-o ao avesso
Se dissipou...
E de noite, cansado, sozinho
Eu não sei quem eu sou
Distante, perdido, sem rumo
Pra onde eu vou?
Sem asas, decaído
Sem forças não se levantou
Cansado, sozinho
Vendo a lua aluou...
Cansado, sozinho...
Desencanto
En la noche, cansado, solo
No sé quién soy
Distante, perdido, sin rumbo
¿Hacia dónde voy?
Sin alas, decaído
Sin fuerzas para levantarse
Acostado viendo la luna
Alucinó...
Hechos me someten al miedo
Pérdidas, errores, incertidumbres...
Un vocabulario completo
De palabras conceptuales
Aplicadas al caso concreto
Sobre mi pequeñez
Toda esta abrupta grandeza
Quizás me habrías ahorrado
Si no fueras tan fría
Sonriendo, bromeando, fingiendo / Me usó...
Espejismos, planes, esperanzas
En el acto se desperdiciaron
El alma aturdida desilusionada
Dentro del cuerpo cayó...
Cayendo en un océano frío
Las pupilas dilatadas / Inundó
Desbordando, salando la piel del rostro
En intensas tonalidades / Se desvaneció
Ensuciando el sentimiento puro
Y revolviéndolo al revés
Se disipó...
Y en la noche, cansado, solo
No sé quién soy
Distante, perdido, sin rumbo
¿Hacia dónde voy?
Sin alas, decaído
Sin fuerzas para levantarse
Cansado, solo
Viendo la luna alucinó...
Cansado, solo...
Escrita por: Franklin Emmanuel da Silva Mano