Música pra Amor Sincero...
Não vou mentir
Ainda é saudade sim,
Mas não vou chorar
Desperdiçar as minhas lágrimas
Por alguém que não quer saber de mim
Mas nada é tão simples como antes
Até parece que o tempo agora está contra mim
E o vento em complô com a saudade trás teu cheiro
Enquanto os neurônios insistem em lembrar de te
Eu juro que não queria,
Mas me acostumei a não te esquecer,
E sei que isso não te faz nem um mal,
Por que aprendi a amar apenas pra mim
Sem ser preciso demonstrar pra você,
Pois o mal que faço é a mim mesmo
Por bem te querer...
E me tranco novamente no meu quarto uma semana mais
Arranhando as paredes nessa dor-dopada
As pontas dos dedos dilaceradas
E as unhas quebradas
Mas não sinto dor...
E o sangue vermelho mancha a parede branca
Revelando no reboco quebrado pictogramas antigos
E um entre eles diz: "Acrilic on Canvas"
Então espero que isso não seja apenas loucura
Mas se caso for que seja sincera
Pois a carne ainda sangra e o sangue pinga
Nas folhas manchando as letras azuis
Tornando secreto os poemas que fiz
Espero que ninguém nunca decifre
O que lhe disse meus sentimentos
Mas lhe adianto que não mudou nada
São os mesmos de antigamente
Só que mais concentrados
Na solidão...
Juntei as promessas e simbolizei cada uma
Com pedaços de madeira talhados
Com um estilete fino
Que usei pra cortar os punhos e pulsos
A fim de desfazer o pacto que eu tinha feito
Quando te conheci...
Pois só agora percebi
Que a sua liberdade e felicidade só são suas,
E que elas nem você me pertence,
Então me dei de novo a Ele,
Mas eu juro que já tinha dado tudo,
Mas foi em meio a tudo isso que lembrei
Do meu maior tesouro,
Que não tem preço
Mas que vendi barato
Por que te comprei caro
Sem pensar...
E me vendi por você
E agora não tenho nem você nem eu
E o que fazer?
Sim... / Te deixo livre
Mas sigo meu caminho aprisionado a você,
Mas eu juro que não vou te esquecer
Te lembrarei pra sempre
E me perdoe se te magoei
Te digo que não foi por mal
Foi sem querer...
Meu sangue infeccionado corre frágil nas veias,
Mas ainda planto toda dia essas sementes
Sem saber se uma delas vai nascer...
Exalto a liberdade te deixando livre,
Aprisionado pra sempre a você...
Música para un Amor Sincero...
No voy a mentir
Todavía es nostalgia sí,
Pero no voy a llorar
Desperdiciar mis lágrimas
Por alguien que no quiere saber de mí
Pero nada es tan simple como antes
Parece que el tiempo ahora está en mi contra
Y el viento en complicidad con la nostalgia trae tu aroma
Mientras las neuronas insisten en recordarte
Juro que no quería,
Pero me acostumbré a no olvidarte,
Y sé que esto no te hace ningún daño,
Porque aprendí a amar solo para mí
Sin necesidad de demostrártelo a ti,
Pues el mal que hago es a mí mismo
Por amarte tanto...
Y me encierro de nuevo en mi habitación una semana más
Rascando las paredes en este dolor adormecido
Las puntas de los dedos desgarradas
Y las uñas rotas
Pero no siento dolor...
Y la sangre roja mancha la pared blanca
Revelando en el yeso roto antiguos pictogramas
Y uno de ellos dice: 'Acrílico en lienzo'
Espero que esto no sea solo locura
Pero si lo es, que sea sincera
Porque la carne aún sangra y la sangre gotea
En las hojas manchando las letras azules
Haciendo secretos los poemas que escribí
Espero que nadie los descifre nunca
Lo que mis sentimientos te dijeron
Pero te adelanto que nada ha cambiado
Son los mismos de antes
Solo más concentrados
En la soledad...
Reuní las promesas y simbolicé cada una
Con pedazos de madera tallados
Con un bisturí afilado
Que usé para cortar mis muñecas y pulsos
Para romper el pacto que había hecho
Cuando te conocí...
Porque solo ahora me di cuenta
Que tu libertad y felicidad son solo tuyas,
Y que ni siquiera te pertenecen a ti,
Así que me entregué de nuevo a Él,
Pero juro que ya lo había dado todo,
Pero fue en medio de todo esto que recordé
Mi mayor tesoro,
Que no tiene precio
Pero que vendí barato
Porque te compré caro
Sin pensar...
Y me vendí por ti
Y ahora no tengo ni a ti ni a mí
¿Y qué hacer?
Sí... / Te dejo libre
Pero sigo mi camino prisionero de ti,
Pero juro que no te olvidaré
Te recordaré por siempre
Y perdóname si te lastimé
Te digo que no fue a propósito
Fue sin querer...
Mi sangre infectada corre frágil por mis venas,
Pero aún siembro cada día esas semillas
Sin saber si alguna de ellas brotará...
Exalto la libertad al dejarte libre,
¡Prisionero por siempre de ti...!
Escrita por: Franklin Emmanuel Da Silva Mano