Sozinho sem Paz
Você me deixou sozinho
Mas não me deixou em paz
As lembranças aliviam e ferem demais
Tornou-me um homem frustrado
Nos teus aleivosos alarmes
Enganando um bobo coração
Com teus sentimentos falsos
E tuas trivialidades.
Um amor sujeito há palavras
Não era isso que eu buscava
Desperdicei meu tempo
E sentimento por nada.
Deixasses-me em bruta euforia,
Pra triste se desfazer tudo na luz absorvente de nada,
Tranqüila sorrindo roubastes minha paz
Eu estou chorando
Mas isso também pra você não é nada demais
Eu sei que as estações passam
E nem uma dor por mais que intensa
Dura por tempo desnecessário demais,
Mas obrigado por me tornar mais humano
Sem minha humanidade
Livre, livre...
Encarcerado atrás de grades
Bebendo desse cálice de vinho tinto
De sangue nobre cítrico
Contrariando meu ceticismo
Pra conseguir um milagre
Mais humano sem minha humanidade.
Mas a vontade ainda está injetada na carne
Cada lembrança é uma overdose no fundo da alma.
Não sei qual é desigualdade que há entre o gozo e o escarro
Só sei que o prazer e a dor são partes da mesma lamina na navalha
Mas ainda não compreendo porque promessas
Que abraçam tudo não cumprem nada...
É foda! O destino está encravado no DNA
Não tem como correr é inútil lamentar
Também não sou hipócrita, não grito nem me drogo
Pois já faz tempo que eu sei
Que o amor é a essência bruta da morte
Eu sinto, agüento e não choro
Eu sinto, agüento e não choro
O amor eu apenas reprimo e suporto.
Solo sin Paz
Me dejaste solo
Pero no me dejaste en paz
Los recuerdos alivian y hieren demasiado
Me convertiste en un hombre frustrado
Con tus alarmas engañosas
Engañando a un corazón tonto
Con tus sentimientos falsos
Y tus trivialidades.
Un amor sujeto a palabras
No era lo que buscaba
Malgasté mi tiempo
Y sentimientos por nada.
Me dejaste en bruta euforia,
Para luego deshacerlo todo en la luz absorbente de la nada,
Tranquila, sonriendo, robaste mi paz
Estoy llorando
Pero para ti tampoco es gran cosa
Sé que las estaciones pasan
Y ningún dolor, por intenso que sea,
Dura más tiempo del necesario,
Pero gracias por hacerme más humano
Sin mi humanidad.
Libre, libre...
Encarcelado tras rejas
Bebiendo de esta copa de vino tinto
De sangre noble cítrica
Desafiando mi escepticismo
Para lograr un milagro
Más humano sin mi humanidad.
Pero el deseo aún está inyectado en la carne
Cada recuerdo es una sobredosis en lo más profundo del alma.
No sé cuál es la diferencia entre el placer y el escupitajo
Solo sé que el placer y el dolor son partes de la misma hoja en la navaja
Pero aún no entiendo por qué las promesas
Que abarcan todo no cumplen nada...
¡Es jodido! El destino está incrustado en el ADN
No hay forma de escapar, es inútil lamentarse
Tampoco soy hipócrita, no grito ni me drogo
Porque hace tiempo que sé
Que el amor es la esencia bruta de la muerte
Siento, aguanto y no lloro
Siento, aguanto y no lloro
El amor simplemente lo reprimo y soporto.