Desavença
Desculpa se eu fui tão desobediente
Perdoe as desavenças que tem entre a gente
Desculpa se eu não rio, no Rio o senso de humanidade
Ta pequeno como o espaço entre os dentes
Tentei me adaptar a sociedade chula
Mentalidade da cidade tipo mula
Promessas que são feitas e se acumulam, s
Então meu voto tu anula
Eu e meus irmãos tachados como loucos
Só porque nós somos loucos
Ternos e gravatas suicidadas
Sabem muito de cascalho mas da vida sabem pouco
Pensando alto mira nas alturas
Alto, como as montanhas de Honduras
Marcante como som das viaturas
Como doenças que não inventaram a cura
Desmembrando a lógica do Vaticano
Desesperando Donald Trump mano
Touro que o toureiro não segura
Verdade que o falso não atura
Um borrão na sua moldura
Andando pelo Rio nas espera do
Próximo tiro que eu não quero nem ta perto do
Ultimo suspiro
asfalto ou favela
sugiro que não sai com essa sua cara de c*
E foram chamados de loucos quando foram vistos dançando... Foram vistos dançando
Mas os que julgava simplesmente não ouvia a canção... Não ouviam a canção
Tem quer mais louco pra viver nesse mundo insano
Somos consequência dessa guerra, mas normais sei que não eramos
Nasce pronto pro combate
Já desde pequeno causa alarde de perigo
Disseram que a tomada dava choque
Hoje a eletricidade aqui me mantem vivo
Por sonoridades vemos personalidades
Em toda cidade perambulas
Em todas idades tomam duras
Fragilidade na sua estrutura
Musicalidade que perfura
Então liga, liga
Liga o som no talo mas não pisa no meu calo
Tu não fez nada por mim
Então diga, diga
São coisa que eu não falo, mas mano no talo e se eu disser vai ser ruim
Agora engula, engula
Válvula de escape
Mesmo com todos macetes tu não vai pular de fase
Engula, engula
Em plena farmácia tu tem todos os remédios mas tu nunca leu a bula
Perdoe a desavenças que eu fiz no mundo
Perdoe o mundo que eu fiz na desavença
Mas achar que tudo é tão normal do jeito que anda por aqui
isso para mim sim que é uma doença
E foram chamados de loucos quando foram vistos dançando... Foram vistos dançando
Mas os que julgava simplesmente não ouvia a canção... Não ouviam a canção
Tem quer mais louco pra viver nesse mundo insano
Somos consequência dessa guerra, mas normais sei que não eramos
Desavenencia
Disculpa si fui tan desobediente
Perdona las desavenencias que hay entre nosotros
Disculpa si no me río, en Río el sentido de humanidad
Está pequeño como el espacio entre los dientes
Intenté adaptarme a la sociedad chula
Mentalidad de la ciudad tipo mula
Promesas que se hacen y se acumulan
Entonces mi voto tú anulas
Mis hermanos y yo tachados como locos
Solo porque somos locos
Trajes y corbatas suicidas
Saben mucho de dinero pero de la vida saben poco
Pensando en grande, mirando hacia las alturas
Alto, como las montañas de Honduras
Marcante como el sonido de las patrullas
Como enfermedades para las que no han inventado cura
Desmontando la lógica del Vaticano
Desesperando a Donald Trump, hermano
Toro que el torero no puede contener
Verdad que lo falso no soporta
Una mancha en tu cuadro
Caminando por Río esperando el
Próximo disparo que no quiero ni estar cerca
Último suspiro
asfalto o favela
sugiero que no salgas con esa cara de c*
Y los llamaron locos cuando los vieron bailando... Fueron vistos bailando
Pero los que juzgaban simplemente no escuchaban la canción... No escuchaban la canción
Tiene que ser más loco para vivir en este mundo insano
Somos consecuencia de esta guerra, pero sé que no éramos normales
Nací listo para el combate
Desde pequeño causo alarma de peligro
Decían que el enchufe daba corriente
Hoy la electricidad aquí me mantiene vivo
Por sonoridades vemos personalidades
En toda la ciudad deambulas
En todas las edades toman golpes
Fragilidad en tu estructura
Musicalidad que perfora
Entonces enciende, enciende
Sube el volumen pero no pises mi callo
No hiciste nada por mí
Entonces di, di
Son cosas que no digo, pero hermano, si lo digo será malo
Ahora traga, traga
Válvula de escape
Aunque sepas todos los trucos, no saltarás de nivel
Traga, traga
En plena farmacia tienes todos los remedios pero nunca leíste el prospecto
Perdona las desavenencias que causé en el mundo
Perdona el mundo que creé en la desavenencia
Pero creer que todo es tan normal como está aquí
Eso para mí es una enfermedad
Y los llamaron locos cuando los vieron bailando... Fueron vistos bailando
Pero los que juzgaban simplemente no escuchaban la canción... No escuchaban la canción
Tiene que ser más loco para vivir en este mundo insano
Somos consecuencia de esta guerra, pero sé que no éramos normales