NegrAção
Sangro, mas canto
Do luto à luta
A cada grito de ódio que mente
Vai ecoar: Marielle, presente!
Me construí na negação do que eu sou
Reconstruí, negra e ação hoje eu sou
Olhei pro jornal
(Não me vi)
Olhe pra revista
(Cadê?)
Dizem que eu nasci
(Pra servir)
Vou mostrar que foi
(Pra vencer)
Tirem seus rosários dos nossos ovários
Nosso corpo é território livre
Nossa mente descolonizou
Mirei no seu peito e cê nem viu
Mais ligeira que a bala de fuzil, é a semente que brota do amor
É Funmilayo
É Funmilayo
É Funmilayo
É Funmilayo
É Funmilayo
É Funmilayo
É Funmilayo
É Funmilayo
NegraZón
Sangro, pero canto
Del duelo a la lucha
Cada grito de odio que miente
Ecoará: ¡Marielle, presente!
Me construí en la negación de lo que soy
Reconstruída, negra y acción hoy soy
Miré el periódico
(No me vi)
Mira la revista
(¿Dónde está?)
Dicen que nací
(Para servir)
Voy a demostrar que fue
(Para vencer)
Quiten sus rosarios de nuestros ovarios
Nuestro cuerpo es territorio libre
Nuestra mente se descolonizó
Apunté a tu pecho y ni lo viste
Más rápida que la bala de fusil, es la semilla que brota del amor
Es Funmilayo
Es Funmilayo
Es Funmilayo
Es Funmilayo
Es Funmilayo
Es Funmilayo
Es Funmilayo
Es Funmilayo
Escrita por: Stela Nesrine