Adafê (part. Sistilho)
Quando o mistério se acaba, paira a beleza velada
Do homem que viu tudo mudar em vão
Da moça, que cresceu, não viu solução
Tudo mais vira pó, vira sensação
O acorde que é dado em vão
Soou só, prendeu atenção do mundo todo
Eu não sei se vai passar
Se sou parte que ficou aqui
Se tenho parte no que lembrar
Posso apenas velar o que não esqueci
É sentir
Sem ensaio, adivinhava
O rumo
(Sem o sonho, sem o sonho)
É deixar
(Se a memória pode acontecer)
Cair a mão do rosto
(Ou s'escorre, eu tampouco sei)
Olhar pra cada direção
E deixar tocar os pés no chão, é a hora de ir
Eu não sei se vai passar
Se sou parte que ficou aqui
Se tenho parte no que lembrar
Posso apenas velar o que não esqueci
Adafê (part. Sistilho)
Cuando el misterio se desvanece, queda la belleza velada
Del hombre que vio todo cambiar en vano
De la chica que creció, no vio solución
Todo se convierte en polvo, en sensación
El acorde que se da en vano
Sonó solo, atrapando la atención de todo el mundo
No sé si pasará
Si soy parte de lo que quedó aquí
Si tengo parte en lo que recordar
Solo puedo velar lo que no olvidé
Es sentir
Sin ensayo, adivinaba
El rumbo
(Sin el sueño, sin el sueño)
Es dejar
(Si la memoria puede ocurrir)
Caer la mano de la cara
(O se escurre, tampoco sé)
Mirar en cada dirección
Y dejar que los pies toquen el suelo, es hora de ir
No sé si pasará
Si soy parte de lo que quedó aquí
Si tengo parte en lo que recordar
Solo puedo velar lo que no olvidé